O Dilema Code ou No-Code


Ganhou tendência e virou realidade nos últimos anos o desenvolvimento de sistemas e soluções de software sem o uso de uma linguagem de programação tradicional. No meio profissional (formal e informal), se intitulou como No-Code (sem código).

No-Code é, por assim dizer, uma evolução do Low-Code (pouco código), que seria um primeiro movimento evolucionário das técnicas de programação e tecnologias voltadas para o desenvolvimento de sistemas e que tem como objetivo, minimizar o uso, ou não utilizar de forma alguma linguagens de programação de alto nível. Nascendo então, as linguagens de altíssimo nível.

Code Versus No-Code

Fazendo oposição com as tradicionais formas de desenvolvimento que existem há décadas, conhecida alternativamente como Code ou Full-Code (código ou código completo), o No-Code e o Low-Code são, como podemos entender a primeira vista, meios disruptivos de desenvolvimento de sistemas que figuram como soluções práticas, rápidas e muito menos complexas aos olhos de qualquer pessoa que não tenha caminhado pela estrada acadêmica da computação e da análise e desenvolvimento de sistemas. Permitindo que as mesmas consigam concretizar o desenvolvimento de um software a partir da utilização de elementos e componentes gráficos. Já que, os seres humanos são mais afetos a identificação e compreensão das coisas a partir de sinais visuais (imagens) e de áudio (sons) do que a escrita e leitura (textos) existente no ecossistema do Code. Nascendo então, os “Desenvolvedores cidadãos”.

Desenvolvedor cidadão?

O Desenvolvedor cidadão, de forma bem genérica e superficial, é uma pessoa que consegue criar soluções digitais, mesmo não fazendo parte do segmento de TI.

Muitas plataformas de desenvolvimento No-Code e Low-Code foram idealizadas e nasceram com o propósito de proporcionar para os desenvolvedores profissionais ou desenvolvedores entusiastas, a facilidade e rapidez no processo de construção e concretização de um sistema ou software.

Expectativa e realidade se chocam

Em tempos atuais, temos várias e excelentes plataformas dedicadas ao desenvolvimento Low-Code e No-Code. Muitas delas surpreendentemente ricas em recursos visuais/dinâmicos e de integração. No entanto, poucas delas ainda estão distantes de alcançar a tão sonhada possibilidade de construir um sistema completo e livre de dependências a partir de recursos puramente gráficos.


A resposta

A resposta para o dilema Code ou No-Code, leva em consideração diversos fatores que ultrapassam as fronteiras desse artigo. Contudo, prós e contras de cada opção podem ser avaliados minimamente. Sobre os prós de No-Code, podemos dizer que o maior deles é não ter que aprender uma linguagem de programação e os paradigmas de desenvolvimento. Mas, é inevitável ter que aprender sobre como usar a plataforma No-Code. Os contras, menos enaltecidos, parecem não ter muita importância, até nos depararmos com os mesmos em algumas etapas de escolha e uso da plataforma e analisar novamente a arquitetura do sistema desejado. Alguns deles são: custo da solução, aprisionamento e crescimento do sistema. Os dois últimos, de modo geral, impedem significativamente que o sistema evolua ou que seja migrado entre ambientes. Já o Code possui como maior desafio toda a trajetória de aprendizado acadêmico a ser percorrida. Sobretudo, o desafio de aprender uma linguagem de programação, cuja a sintaxe, por mais bem elaborada que seja, leva tempo para ser bem assimilada, exigindo muita prática e experimentações. A velocidade de desenvolvimento e entrega com Code é significativamente mais reduzida em relação ao No-Code. Por outro lado, a visão de desenvolvimento é mais apurada, a liberdade é maior e as possibilidades se ampliam.

Pés no chão

As plataformas e soluções No-Code são, de fato, recursos fantásticos que cumprem o que se espera, guardadas as proporções e complexidade dos desafios de desenvolvimento. E de fato, estão evoluindo surpreendentemente dia após dia. No entanto, devemos levar sempre em consideração o Code como a primeira opção quando se deseja ter liberdade de desenvolvimento e avançar em crescimento e evolução da aplicação criada, independente do sistema ser ou não proprietário. Principalmente, por essa modalidade de desenvolvimento ser mais madura, possuir mais recursos, sustentação, dentre outras particularidades.

Qual utilizar?

Há espaço para todas as modalidades. Identifique e estude o cenário. Analise bem o desafio proposto. Esteja atento a sua capacidade, formação e também a capacidade e formação da equipe em relação as opções de desenvolvimento. Pesquise sobre as ferramentas de desenvolvimento CodeLow-CodeNo-Code disponíveis, suas facilidades, recursos e principalmente limitações. Experimente-as.

Desenvolvedores de sistema profissionais ou desenvolvedores de sistema cidadãos, o mais importante é colocar em prática as suas ideias e projetos. 😉

Por: Stênio Oliveira VER MAIS
Como migrar para a nuvem do jeito certo
Planejamento, aprendizado e responsabilidade são três tópicos base para iniciar o processo de migração para a nuvem.

Toda empresa precisa de recursos que possibilitem uma rotina rápida e acessível às mudanças diárias, e sabemos que isso não é possível se os dados dessa organização estiverem concentrados em um servidor lento, desatualizado e sem elasticidade. A migração de processos para a nuvem é a solução para que qualquer negócio sobreviva em meio às crescentes modificações tecnológicas e imediatistas. 
Pense em uma loja de e-commerce que está a todo vapor na semana de descontos que a empresa promoveu. Devido aos acessos constantes, o site pode apresentar lentidão e dificultar a entrada de novos usuários que desejam visitar ou realizar alguma compra. Com um servidor em nuvem, esse problema se resolveria em apenas um clique, já que a ferramenta oferece mais elasticidade e escalabilidade. 
Mas, então, como migrar os processos organizacionais para a nuvem do jeito certo? De início, vamos te dar a real: é preciso estudar. Sim, ler sobre o processo, conhecer ferramentas e atuar com parceiros tecnológicos confiáveis. 
Continue conosco e entenda tudo sobre essa jornada!  

Como migrar para a nuvem? 

Inicialmente, deve-se tomar uma decisão estratégica para que a empresa possa migrar todos os recursos ou parte deles para a nuvem. Essa decisão deve incluir todos os setores da organização, a fim de compartilhar os motivos, os processos e os objetivos a serem alcançados com a migração.  
Antes de começar, pergunte-se: “Com o  que eu preciso me preocupar antes de migrar para a nuvem?” Quando falamos em nuvem, devemos pensar, automaticamente, em conectividade. Sem conectividade não existe nuvem, principalmente se você tem um data center local e decide realizar a migração. Processos em nuvem permitirão mais segurança, melhor desempenho, agilidade, estabilidade de conexão, redundância de link e elasticidade para todas as atividades organizacionais. 
A gestão do projeto é outra parte vital para a  jornada da nuvem acontecer. Orquestrar as atividades daqueles que estão envolvidos, seja ligado a recurso interno ou externo, é fundamental para que o objetivo e sucesso do projeto seja alcançado. Você pode até conseguir fazer essa migração sem o envolvimento de todo o corpo organizacional, mas no momento em que houver a necessidade de realizar alguma modificação de sistemas na nuvem, por exemplo, surgirão problemas e as equipes não saberão solucionar. 
Alinhar os times para uma gestão efetiva do projeto vai possibilitar mais controle das atividades e a criação de uma linha do tempo que exiba as entregáveis dos projetos em andamento e avalie se elas estão dentro ou fora do prazo. Desse modo, será possível ter um escopo descritivo e uma visão holística de tudo que está sendo aplicado naquele momento. 
Planejamento 
Realizar um planejamento de forma eficiente é a forma para garantir que os processos sejam realizados e entregues nos dias estipulados. Além disso, não será necessário mais investimento em Budget, caso o projeto não seja entregue nas datas alvo. Junto a isso tudo, uma comunicação clara entre equipe e stakeholders sobre as janelas de migração e riscos envolvidos é extremamente importante e só demonstra o papel de liderança existente no projeto. 
Fatores como o encadeamento de atividades são essenciais para compor o planejamento. Isso vai possibilitar a criação de um cronograma e uma linha de atividades do projeto para que as equipes possam ter a realização de atividades alinhadas em ordem. 

Exemplo: 
É necessário a instalação do servidor e ativação do sistema. Essas atividades são feitas por times diferentes. Não será possível ativar o sistema, se antes, o servidor não estiver pronto para uso. A criação de um cronograma e uma linha de atividades vai possibilitar que cada equipe atue alinhadamente para realizar tarefas no período planejado e estimado.
Outro motivo a se considerar é o momento em que a empresa deve migrar os dados para a nuvem. Se a organização decidir realizar a migração durante o pico de faturamento, corre o risco de perder os resultados obtidos, caso aconteça algum problema durante a migração. O planejamento precisa ser realizado envolto disso, considerando os riscos que podem afetar a migração efetiva. 
Além da questão tecnológica, o planejamento está relacionado muito à questão da gestão de negócios, levando em consideração a sazonalidade, criticidade e o contingenciamento. Quer ir pra nuvem? Ótimo! Mas, lembre-se de respeitar cada etapa do processo. 

Aprenda sobre o que for possível
Além de escolher um parceiro tecnológico de referência, que possua capacidade técnicas, ferramentas inovadoras e equipe especializada, você precisa ter conhecimento, mesmo que básico, sobre os processos que incluem a jornada da nuvem. Não adianta ter o parceiro e a plataforma ideais, se não conhecer os métodos corretos para realizar uma implementação efetiva. 
Atualmente, já existem profissionais de TI com habilidades nos processos de migração da nuvem, justamente pela elasticidade e produtividade que o recurso promove para as organizações. Profissionais do tipo são extremamente necessários, já que existem parceiros que disponibilizam o recurso da nuvem com livre acesso. Como assim, Wiser? 
Bom, as empresas vão cobrar pelo que você usou. Se o recurso da nuvem for utilizado a mais do que o contratado, e se isso for tarifado, você será cobrado. Profissionais de TI especialistas que já possuem expertise na área conseguem acompanhar, entender os processos, e garantem que a empresa não tenha surpresa com os custos da nuvem. 
Na Black Friday, organizações deixaram o uso da nuvem sem um limite determinado. O recurso acabou sendo utilizado no mês seguinte, sem a ciência da equipe. O servidor permaneceu ligado por 24h durante 30 dias. No final do mês, veio a surpresa para a equipe: uma conta que gerou custos altos para a organização e o time que aprendeu, da pior forma, que é necessário ter conhecimento prévio sobre a nuvem para conseguir aplicá-la. 
E daí, entende-se a importância de estudar sobre o assunto e, sobre o seu parceiro, para adquirir conhecimento e entender todos os trâmites envoltos da jornada de migração para a nuvem. Não é simplesmente contratar um parceiro e habilitar a nuvem. Exige toda uma preparação da organização para estudar e buscar um parceiro seguro, com know-how e que ofereça um acompanhamento contínuo, deixando todos os detalhes claros para a empresa contratante.  

Conheça os tipos de nuvem: Pública ou privada? 

Indo direto ao ponto:
Nuvem privada - Com exclusividade! Possui os seus recursos computacionais dentro da infraestrutura da própria empresa, como a intranet ou um data center. Permite uma relação próxima entre a empresa fornecedora da solução e o usuário e a visualização da local de onde os dados estão hospedados e em processamento. Os projetos são realizados, geralmente, no formato On Demand (sob demanda), alinhando os recursos computacionais às necessidades do respectivo contratante.
Nuvem pública - Sem exclusividade! Os recursos vão além das dependências de uma empresa. Pertence a empresas mundiais de grande porte e é operada por terceiros, que a fornecem pela internet. Se caracteriza pelo alto poder computacional e de armazenamento com uma infraestrutura compartilhada e  em formato de acesso self-service, ou seja, o colaborador pode fornecer recursos, sem interação humana com o provedor de serviços. São tipos de nuvem pública, pasta de armazenamento de arquivos, serviço de e-mail, hospedagem de sites e muitos outros. 

Vantagens e desvantagens das nuvens públicas e privadas

Em relação à nuvem pública, a nuvem privada possui mais proximidade com o provedor, já que permite um projeto mais oportuno e de maior diálogo, pois o time vai ter mais acesso a especialistas que podem orientar e auxiliar nos processos de pré e pós migração. Além disso, a nuvem privada possui bem mais escalabilidade do que a nuvem pública. 
Já, quando nos referimos à facilidade de migração, sem dúvidas, a nuvem pública é a mais fácil de ser adquirida. Isso se justifica devido ela possuir uma maior disponibilidade de recursos sofisticados, o que facilita os processos. Na nuvem privada, essa disponibilidade de recursos depende do investimento exclusivo, da empresa, na estrutura. 
A diferença principal entre as nuvens privadas e híbridas (aquelas que combina nuvens públicas e privadas) é a possibilidade de manter dados sensíveis e confidenciais guardados em servidores exclusivos, geograficamente escolhidos com precisão e com um controle de acesso mais próximo à TI e da empresa contratante, a fim de possibilitar um acompanhamento mais eficaz e seguro. 
O importante a se preocupar é com a qualidade do serviço oferecido pelo prestador de serviços e com a capacitação da sua equipe para lidar com o monitoramento e proteção contra ameaças. Mesmo que a migração aconteça e os processos sejam transferidos para a nuvem, a equipe interna deve, ainda, continuar atenta e manter as mesmas responsabilidades de antes. A segurança é uma questão que faz com que os modelos de nuvem se aproximem.
Mas, se ainda com as vantagens apresentadas, não for preferível manter os dados em ambientes públicos, mesmo que por uma cultura empresarial ou apenas por questão técnica, nós temos uma nuvem para você. Você pode desenvolver, de forma efetiva, uma nuvem privada e exclusiva pra você. Deixe uma mensagem em nosso WhatsApp para que possamos te explicar como isso é possível. 

Responsabilidade na nuvem, da nuvem e mútua

Agora que você já sabe tudo o que fazer para contratar a nuvem, qual é o próximo passo? Com o que você deve se preocupar agora? 
É importante entender o que é de responsabilidade do servidor, de quem o contratou e está utilizando e qual a responsabilidade mútua, ou seja, dos dois. Ataques e danos externos podem vir por meio do parceiro tecnológico, em casos de nuvem pública, mas também podem vir através da própria organização 
Se seus processos foram migrados para a nuvem com efetividade, excelente! No entanto, isso não significa que você deve achar que todos os seus problemas vão ser resolvidos. Não pode deixar de se preocupar com backup, por exemplo. Você precisa avaliar e entender se o seu parceiro está fornecendo o serviço, como o backup, ou se isso é, apenas, de responsabilidade sua. 
O diagrama abaixo ilustra as áreas de responsabilidade entre você e a Nuvem, basicamente como é praticado no mercado, de acordo com o tipo de implantação da pilha. 

Quando você migra para uma nuvem pública, ou só avalia a possibilidade de migrar, é importante que você entenda o modelo de responsabilidade compartilhada, como também as responsabilidades de segurança que serão tratadas pelo provedor ou datacenter de nuvem e as responsabilidades que serão tratadas pela organização contratante e seu time de TI. 
As responsabilidades do trabalho, que a nuvem está realizando, vão depender se a carga de atividade está hospedada no SaaS, um software como serviço, no PaaS, plataforma como serviço, IaaS, a infraestrutura como serviço ou se está hospedado em um datacenter local. 
Já com um datacenter local e com a proximidade do servidor, o time de acompanhamento terá a propriedade e a responsabilidade de uma pilha inteira. À medida em que a migração para a nuvem é realizada, algumas responsabilidades são transferidas para o provedor ou datacenter, mas longe de todo o escopo de proteção. 
Então, por isso falamos acima sobre a escolha do parceiro ideal. Um parceiro que te faça entender cada detalhe do contrato, evidenciando o que será oferecido e o que não será oferecido, e ainda, contando com os riscos que estão envolvidos na ausência de alguns serviços necessários, como o backup. 
Esperamos que esse material tenha sido esclarecedor e útil para você, e que possa te auxiliar no processo de migração para a nuvem. De acordo com a pesquisa da SAS Brasil, empresa de inteligência, 80% das empresas brasileiras têm planos de migrar para a nuvem. A porcentagem é alta e o índice de conhecimento também deve ser. 
A Wiser é o seu parceiro tecnológico completo!  Entre na jornada para a nuvem com a gente. 
Agende uma reunião, faça seu orçamento e migre seus processos para a nuvem clicando aqui. 
 
Por: Jony do Vale VER MAIS
5 formas de deixar sua empresa mais segura
Para deixar sua empresa mais segura é preciso que se adote métodos preventivos como a consciência corporativa, antivírus, licenças de uso e o sistemas atualizados, cloud computing e análises de vulnerabilidade

 
É fato que hoje nós somos seres digitais impulsionados pela inovação e necessidade tecnológica. E como tudo na vida, o ambiente digital também precisa de um cuidado especial, que o mantenha protegido e em perfeito funcionamento. A chave para essa vitalidade é a segurança da informação, essencial para indivíduos e empresas, sejam elas de pequeno, médio ou grande porte. 
Casos de ataques a ambientes digitais corporativos são crescentes no país. O levantamento da Fortinet, empresa de soluções em segurança cibernética, demonstrou que o Brasil registrou 31,5 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos a empresas só no primeiro semestre de 2022. 
Já uma pesquisa da empresa AX4B apontou que 64% de organizações brasileiras não possuíam nenhum tipo de proteção cibernética, como por exemplo um antivírus. Isso evidencia o quão frágil as corporações ainda estão em relação à segurança da informação e às medidas protetivas de cibersegurança. 
Para lidar de forma inteligente contra ataques cibernéticos, as organizações precisam utilizar técnicas para reforçar o ambiente digital e deixá-lo livre das ameaças do mundo online. É fundamental a implementação de boas práticas nas empresas
Ter a consciência coletiva dessa necessidade é primordial para iniciar um processo seguro e assertivo. Um estudo do Digital Trust Insights 2022 mostrou que 83% das empresas brasileiras preveem um aumento nos gastos com cibersegurança este ano. Isso é um dado bom e uma ação que precisa fazer parte, obrigatoriamente, da rotina das organizações. 
E para dar continuidade a isso, as empresas devem adotar maneiras de deixar suas rotinas e ambientes computacionais seguros, livres de ameaças e vulnerabilidades. Abaixo, listamos 5 formas que você pode escolher para  deixar sua empresa mais segura. 
  • Consciência corporativa
Pessoas são o fator chave para uma segurança da informação efetiva. São elas que fazem a implantação e utilização dos recursos da área. Estimular uma cultura organizacional e uma consciência coletiva de toda equipe é a primeira forma que a gestão tem de proteger a empresa. Para isso, deixe todo o quadro de colaboradores cientes das políticas de segurança e invista em treinamentos e consultorias.  
Essa consciência corporativa permitirá que as técnicas de cibersegurança sejam seguidas à risca e de forma totalmente responsável, já que toda a organização entenderá os motivos, perigos e as necessidades envoltas de todas as regras. 
  • Não abra a mão do antivírus
A função do antivírus é detectar ameaças e vulnerabilidades, e eliminar vírus encontrados em downloads, arquivos e softwares maliciosos tais como worms, Trojans, adware, spyware, ransomware, browser hijackers, keyloggers, e rootkits. 
Eles deixam o usuário em alerta ao enviar notificações sobre sites maliciosos, bloqueando o acesso; também realizam varreduras rotineiras, o que melhora a qualidade dos sistemas, tornando-os, além de seguros, mais rápidos. 
  • Manter licenças de uso e o sistema da empresa atualizados
Sistemas atualizados corrigem falhas e vulnerabilidades, fechando todas as brechas existentes e impossibilitando o acesso indevido de malwares. Quando não há upgrade adequado, pode ocorrer a entrada de hackers na máquina, o que possibilitará a prática de crimes virtuais.  
  • Investir em cloud computing
Cloud computing ou armazenamento em nuvem é uma forma de hospedagem e sincronização de arquivos que proporciona agilidade, segurança, disponibilidade e economia de custo e ainda evita o vazamento de dados. 
Os arquivos são acessados somente por pessoas devidamente autorizadas, em qualquer lugar e em qualquer dispositivo com a utilização apenas de um servidor remoto. Isso permite mais facilidade e segurança em relação a desastres naturais, por exemplo, o que faria perder arquivos em caso de um servidor local. 
  • Realizar análises de vulnerabilidade
Por meio de análises de vulnerabilidades, os gestores terão maior compreensão dos ativos, das medidas de segurança e das vulnerabilidades que o cercam. Será possível visualizar o ambiente computacional de forma estratégica. A partir disso, haverá a redução da probabilidade de um atacante encontrar e explorar falhas nos sistemas organizacionais. 

Gerencie, monitore e proteja

A consciência corporativa citada acima inclui todos os setores organizacionais, da gestão à operação. E o primeiro passo deve ser de sócios e gestores. Por que digo isso? Porque é a eles a quem mais importa a segurança da própria empresa. É necessário entender que é essencial investir em segurança. 
Como apresentado nos primeiros parágrafos, o Brasil registrou 31,5 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos só no primeiro semestre de 2022. Isso deve ser mais que um incentivo para você cuidar do seu negócio. Essa missão não é impossível, principalmente se você atuar do jeito certo. 
Hoje, existem empresas que realizam todo esse trabalho de forma terceirizada. É desse jeito que a Wiser Tecnologia atua, proporcionando serviços e ferramentas para que empresas brasileiras consigam ter a segurança da informação eficiente.  Proteja o futuro do seu negócio a qualquer hora e em qualquer lugar! 

Fale com um especialista e conheça nossos serviços.
 

Por: Jony do Vale VER MAIS
Qual a importância de um Professional Service da Tecnologia?
Ter um profissional na área da tecnologia disponível para proporcionar os melhores serviços para a sua empresa. 

O Professional Services é um termo em inglês que em sua tradução traz a ideia da terceirização. No ramo da tecnologia, ele atua de forma terceirizada nas empresas, levando as mais diversas soluções tecnológicas para uma corporação. 
Esses profissionais são altamente estratégicos para as organizações, já que proporcionam inúmeros benefícios, como a alta qualificação desses prestadores de serviços, bem como o foco na implementação de soluções adequadas e coerentes ao negócio. 
Muitas vezes, esses profissionais possuem parceria com as principais fabricantes do mercado, o que proporciona, ao contratante, acesso aos melhores produtos e soluções. 
O Professional Services é o segredo especial para as organizações que buscam ter sucesso com o uso de novas tecnologias e que desejam aumentar sua vantagem competitiva. É uma forma que a empresa tem para se concentrar e focar no próprio core business.

A terceirização de um profissional service na área da tecnologia vale a pena?

A terceirização é vista como um processo bem comum em países industrializados. Por meio dessa transferência de atividades para empresas especializadas, os gestores conseguem focar no próprio core business e, a partir disso, aumentar o lucro. 
E é exatamente por isso que as organizações atuais contratam prestadores de serviços para realizar uma atividade do seu processo operacional da empresa contratante.

Dentre as vantagens do  Professional Services, destacamos:
  • O foco da empresa contratantes em atividades que ela é especialista, ou seja, no core business;
  • Redução de custos ao deixar de realizar processos seletivos, além de economizar com a diminuição das atividades da empresa;
  • Aumento da eficiência;
  • Melhoria dos níveis de produtividade, pois os funcionários estarão focados em suas atividades e a prestadora de serviço ficará em trabalhos mais complexos
O Professional Services pode ser usado para as mais diversas áreas, cabe à empresa contratante escolher qual deverá ser ocupada. Ela deve informar o problema que precisa ser solucionado e após uma análise, o profissional terceirizado inicia o processo para encontrar a solução. 
Assim como muitos outros serviços, o  Professional Services costuma ser mais solicitado para algumas operações específicas, como 
  • Suporte Técnico
Muito comum na área de TI é a manutenção dos equipamentos de uma empresa. Essa função já é muito comum no mercado.
  • Sistemas
Nessa área, há empresas que precisam realizar algum tipo de implantação, atualização ou mesmo integração de algum sistema. Esse profissional é o mais indicado para solucionar essas demandas.
  • Áreas específicas
Business Intelligence (BI) é uma das áreas específicas em que o Professional Services  pode atuar, implantando a plataforma para monitoramento, controlando os relatórios e monitorando os resultados.

Como saber se você precisa de um  Professional Services ? 

Precisam de um Professional Service:
  • Empresas de pequeno, médio e grande porte que precisam de um profissional capacitado para solucionar uma demanda específica;
  • Empresas que não possuem ou que não podem investir em uma área de tecnologia;
  • Empresas que possuem uma área de tecnologia;
  • Todas as empresas que desejam se desenvolver.
Sim, todas as empresas, em algum momento, vão precisar ou já precisam dos serviços que os Professionals Services oferecem.  Por isso é importante atuar com quem sabe do assunto.
Quer conhecer ainda mais as vantagens de um Professional Services? Clique aqui e fale agora conosco.
Por: Bruna Ramos VER MAIS
O Desafio da Automação em TI
Muitas empresas estão despertando para a experimentação de uma ruptura generalizada na escalada da inovação moderna. O combustível para isso são os clientes digitalmente conectados e cada vez mais exigentes. Novas tendências e novas tecnologias pressionam as empresas a serem mais competitivas. Na contra-mão do desejo de inovar, a compreensão sobre o que é TI torna-se um grande inibidor. 

TI é complexo. 
O processo de modernização da TI proporciona meios e maneiras mais inteligentes para se fazer negócios. Porém, as arquiteturas de TI, de modo geral, são alicerçadas sob diversas plataformas complexas de tecnologias. Há um grande esforço das organizações empregado em implantar uma infraestrutura moderna devido a manutenção, o custo e a dificuldade em gerir os sistemas já existentes. Além disso, há um desgaste e sobrecarga das equipes de TI devido ao ritmo acelerado em detrimento da necessidade de inovar. Logo, é notório o cenário exigente de movimentação mais rápida, gerenciamento de ambientes cada vez mais complexos e uma desaceleração de novos desenvolvimentos, estudos e apostas em outras tecnologias. 

A automação pode nos ajudar. 
Não importa o quão complexo é o seu ambiente de TI ou em que momento da jornada de modernização a sua TI se encontra. Estratégias de automação ajudam a melhorar processos que já existem. Não é segredo para ninguém que, com a automação, é possível economizar tempo, aprimorar o desempenho das equipes, obter aumento de qualidade e minimizar custos dentro da organização. 
Automação é tão somente a utilização de software desenvolvido para executar tarefas com o objetivo de reduzir erros, complexidades e custos. Softwares com esse propósito podem ser encontrados em diversos cenários em uma organização, sobretudo em sistemas de TI, sistemas para tomada de decisão, dentre outros. Em indústrias, softwares de automação podem ser encontrados, por exemplo, nos segmentos de veículos e manufatura. 
O processo de automação de TI trata principalmente de executar repetidas vezes instruções manuais de um profissional de TI ou de outras áreas. Podendo ser uma única tarefa ou grupos de tarefas. Dessa forma, as equipes não ficam sobrecarregadas, mantendo controle e foco em atividades mais estratégicas do que as que são mais repetitivas. O efeito disso é um melhor desempenho das tarefas e uma maior satisfação na execução e resultado do trabalho.  
É possível automatizar qualquer coisa. Desde um dispositivo até softwares já existentes que sejam passíveis de configuração. A automação é um multiplicador de força para uma equipe de TI ou de qualquer outro departamento. E permite tornar o trabalho mais leve e menos repetitivo. 
Desafios da TI com a automação:  

  • Equipes desconectadas ou dessincronizadas usando processos com etapas variadas para resolver problemas comuns.  
  • Falhas e altos custos associados a tarefas de rotina e processos manuais.  
  • Dificuldade em realizar operações em média e larga escala.  
  • Aplicativos e serviços com tempo de retorno lento.  
  • Fluxos de execução de trabalho e operações ineficientes.  
  • Dificuldade para acompanhar a velocidade e aumento das mudanças, demandas e tamanho da infraestrutura. 

A automação pode ajudar na mitigação de questões-chave, tais como:  
  • Redução de custos e riscos em toda infraestrutura por parte dos CIOs.  
  • Controle de todos os aspectos da cadeia de distribuição por parte dos diretores de engenharia garantindo o mesmo nível de serviço.  
  • Necessidade de se obter eficientes formas de avaliar eventos e agilizar processos de remediação por parte dos analistas de segurança.  
  • Necessidade de ferramentas por parte dos administradores de sistemas que ajudem a acompanhar o aumento da escala de infraestrutura.  
  • Necessidade dos arquitetos de TI em se manter uma equipe que trabalhe de forma consistente e rápida em todas as tecnologias. 

O uso de automação já é fato em muitas organizações!

Isso ocorre em algumas operações de TI ou em outros departamentos. Muito embora essas soluções possam acelerar funções específicas, elas não foram dimensionadas para uma diversidade maior de recursos e podem até dificultar o compartilhamento de conhecimento de automação na organização. Além disso, torna-se cada vez mais difícil atualizar e estender esses tipos de automação à medida que as tecnologias evoluem e surgem novos requisitos. 
Uma abordagem abrangente sobre automação na empresa pode nos ajudar a perceber o valor total da mesma no cenário de operações e soluções mais modernas. 
A automação em toda a organização exige mais do que apenas o uso de ferramentas. É importante considerar o envolvimento de pessoas, processos e plataformas.  
  • As pessoas são o ponto central de qualquer empresa. Para adotar automação, todas as equipes devem estar empenhadas em participar.  
  • Os processos movimentam projetos dentro de sua organização do início ao fim.  
  • As Plataformas de Automação fornecem as capacidades para construir, executar, e gerenciar sua automação. 
Logo, a adoção de automação corporativa depende da combinação de uma plataforma, processos e pessoas. 
Sobre plataformas e ferramentas de automação, é importante compreender melhor o propósito e significado de cada uma. 
As plataformas fornecem uma estrutura unificada permitindo que várias pessoas automatizem de forma consistente. Fornecendo os meios para a eficiência, gerenciamento e compartilhamento de conteúdo de automação em uma organização. 
As ferramentas são objetivamente eficazes na automação individual e pontual. Elas não fornecem funcionalidades que permitam a conexão e gerenciamento de recursos necessários para automação a nível empresarial.
O processo de implantação de automação na empresa não acontece de forma instantânea, e automação não é tudo ou nada. é muito importante elaborar uma estratégia de automação que seja sustentável. Elaborar uma estratégia exige avaliação, planejamento e adaptações. 

Elabore a sua estratégia de automação! 

Comece de forma modesta, apresente valores, expanda de forma conservadora e repita o processo. Trabalhe mirando o sucesso incremental em curtos períodos de tempo. Para cada vitória, promova o valor da automação e compartilhe sua experiência em toda a sua organização. Isso estabelece uma boa base para que outros aprendam e aproveitem as suas experiências. Isso resulta na agregação de mais valor. 
A sua jornada de automação pode começar por:  
  • Tarefas manuais.  
  • Tarefas repetitivas ou com muita frequência de execução. 
  • Inventário
Resumidamente, os benefícios que a automação de TI e outros departamentos de uma organização podem proporcionar são:  
  • Aumento da produtividade e da eficiência.  
  • Aumento na velocidade das operações.  
  • Aprimoramento da capacidade de resposta.  
  • Aprimoramento da segurança. 

CONCLUSÃO 

Automatizar a TI ou qualquer departamento em uma empresa é desafiador. Mas, não é impossível. Requer uma boa estratégia, o mapeamento das oportunidades, a escolha de uma plataforma aderente às oportunidades, um processo de implantação organizado e principalmente o envolvimento e comprometimento de todos os que se beneficiarão com os resultados obtidos. 
Por: Stênio Oliveira VER MAIS
Backup Imutável: Uma forma de combate ao Ransomware 

O backup imutável é uma opção bastante relevante quando o assunto está voltado às práticas utilizadas para a segurança de dados das empresas. Constantemente, ataques cibernéticos acompanham as inovações tecnológicas e aprimoram as formas de acesso para conseguir invadir sistemas de forma indevida e criptografá-los.   

Em meio a isso, a implementação de técnicas sofisticadas para a proteção de dados são necessárias para que as organizações possam proporcionar mais segurança e privacidade aos dados sensíveis da empresa. O Backup Imutável é uma das formas mais poderosas que podem proteger dados organizacionais dos cibercriminosos. 

Imutabilidade de dados é um termo que vem se tornando cada vez mais conhecido entre os gestores. Essa é uma estratégia que oferece alto nível de proteção para as empresas, já que não permite que pessoas não autorizadas acessem dados empresariais.

Tá, mas o que isso quer dizer ? 

A palavra imutável corresponde ao que é permanente e constante. Logo, dados imutáveis acabam sendo informações, disponibilizadas em backups e bancos de dados, que não podem e não devem ser excluídas ou modificadas por qualquer pessoa.
Atualmente, o volume de transações que precisam ser realizadas é alto e as organizações precisam de agilidade no armazenamento. Técnicas de alta confiabilidade são extremamente necessárias para que a segurança e a disponibilidade estejam asseguradas pela gestão. 
Backups imutáveis conseguem promover a solução de problemas relacionados aos logs de transações de alta velocidade, evitando a perda de dados importantes, como os dados históricos. Esses são extremamente importantes para as empresas atuais, devido às regulamentações estabelecidas pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). 
Esse tipo de backup proporciona a máxima eficiência em relação à segurança da informação, possibilitando que os dados fiquem livres de ataques cibernéticos, como o Ransomware, um dos ataques virtuais mais comuns nas empresas atualmente.  

Backup imutável contra Ransomware 

Ransomware é um tipo de malware de sequestro de dados que criptografa e bloqueia dados organizacionais que estejam armazenados em algum dispositivo. Com isso, ele pode bloquear tudo aquilo que esteja no diretório em questão. Para restabelecer o acesso ao usuário, os criminosos solicitam o pagamento via bitcoins. 
Além de realizar a primeira infecção, esse malware ainda pode buscar outros dispositivos conectados ao que foi infectado com o objetivo de atacá-los da mesma forma. Existem dois tipos ransomware, o Locker e o Crypto: 
Locker: Impede acesso ao dispositivo infectado. 
Crypto: Por meio da criptografia, impede acesso aos dados armazenados no dispositivo infectado.
A infecção por esses trojans ocorre por meio de diversos meios, como links maliciosos em e-mails e em vulnerabilidades de sistemas que estejam desatualizados e sem a segurança cibernética apropriada.
Esse vírus representa um grande risco para todas as organizações, sejam elas públicas ou privadas, de pequeno, médio ou grande porte. De acordo com os resultados da pesquisa Cyber Resilient Organization Study 2021, cerca de 60% das empresas brasileiras sofreram ao menos um ataque desse vírus.
O Ransomware é extremamente prejudicial para todas as áreas, podendo afetar toda a saúde organizacional, interferindo, por exemplo, na qualidade e no andamento de processos. Os ataques desse tipo de malware colocam em cheque a reputação da empresa perante a forma em que ela trata a segurança de suas informações e, claro, de seus clientes. 
Há um alto risco da perda permanente de dados, já que mesmo que o pagamento seja efetuado ao criminoso, não há a garantia de que o acesso aos dados ou sistema seja restabelecido. 

Como o backup imutável atua? 

O backup imutável proporciona o nível mais alto de segurança para as suas informações, que ficam permanentes e não podem ser excluídas ou criptografadas. Essa permanência impossibilita qualquer acesso não supervisionado aos seus dados e arquivos. 
Somente funcionários internos ou terceirizados e devidamente autorizados podem apagar ou sobrescrever as informações. Por meio disso, ransomwares não conseguem acessar sistemas e diretórios, já que se tornam imunes a qualquer tipo de ataque deste vírus. 
Por meio da imutabilidade, dados históricos também ficam protegidos, mantendo a organização resguardada de acordo com as regras da LGPD e permanecerão no estado inalterado até o fim do período de imutabilidade. Dados armazenados em backups do tipo ficam livres de vírus, possuem alta qualidade, não correm o risco de serem corrompidos, continuando “puros” desde o dia em que foram migrados.

Como implementar o backup imutável na empresa? 

O backup imutável pode ser armazenado em disco ou fita local, no entanto o ideal é utilizar um sistema de armazenamento hospedado na nuvem. É recomendado, ainda, ter uma cópia secundária dos seus dados em um offsite, ou seja fora do ambiente de origem. 

Dessa forma, a organização terá uma cópia de dados protegida contra atividades maliciosas de agentes internos, ativando e configurando todas ferramentas e políticas de autenticação.
Mas é claro que você não é obrigado a saber disso tudo e de outras técnicas ligadas a esse serviço. É importante que pesquisas sejam realizadas visando buscar empresas que trabalham com backups imutáveis com o auxílio de profissionais especializados e com o know-how técnico necessário para dar todo o suporte e clareza que o contratante precisa ter. 
Na Wiser Tecnologia, trabalhamos com a certeza de que você saberá de todas as etapas do processo. Desde a decisão de implantação até a finalização, sempre aliando às técnicas de segurança da informação, com objetivo de disponibilizar criptografia ponta a ponta, menos tempo e mais facilidade para a recuperação de arquivos em caso de desastres e muitas outras possibilidades.  
Manter os dados protegidos é um dever de toda a organização, mas a missão de proporcionar essa segurança e facilitar isso pode ser nossa. Se é segurança de dados organizacionais que você quer, clique aqui e fale agora com a gente. Nós vamos te apresentar a maneira mais fácil de implementar isso no seu negócio. 
Por: Bruna Ramos VER MAIS
5 passos para implementar a análise de dados na sua empresa
Para obter uma análise de dados eficiente, empresas investem em profissionais especialistas para fazer uma leitura assertiva de dados, ter insights, agir de forma inteligente e alcançar numerosos resultados organizacionais.
Cada vez mais, empresas têm visto o quão necessário é ter uma análise de dados, já que permite uma visão estratégica de mercado, atingindo tanto o público-alvo como a concorrência, ao ajudar a conhecer as necessidades dos clientes, a controlar processos - possibilitando visualizar melhor aqueles que precisam parar ou recomeçar -, e a tomar decisões.
Os resultados significativos podem ser captados em vendas B2B, na área comercial, no atendimento ao cliente, em ações de marketing, no financeiro da organização, na produtividade da equipe, em áreas de produção e logística, além de outros setores organizacionais. Empresas que se orientam a dados são capazes de crescer 30% ao ano, conforme o relatório Insights-Driven Businesses Set The Pace For Global Growth, da Forrester.

 O que é cultura de dados?

A cultura de dados pode ser vista como um comportamento organizacional capaz de incentivar toda a empresa e fazer com que ela possa valorizar e entender a real necessidade de se obter a prática de análise de dados.
Antes de implantar qualquer tecnologia que auxilie na leitura de dados, é necessário implantar, em cada colaborador, a crença nos dados e apresentar o quão efetivos são os seus resultados. Pense comigo: Como eles irão adotar uma nova sistemática dentro de uma empresa sem conhecê-la a fundo a sua real eficácia? Os dados são base para tudo e essa ideia deve estar integrada na mentalidade da equipe e na identidade da organização.
Uma empresa que possui uma cultura de dados implantada deverá criar uma estratégia coerente com o objetivo proposto e, ainda, dispor de uma infraestrutura para coletar, analisar e monitorar os dados. A partir disso, poderá usufruir de benefícios como a segurança operacional, o aumento do desempenho, a agilidade de integração e mais qualidade de dados, dentre muitos outros.

Porque é importante implementar uma cultura de dados na sua empresa?

Investir nessa prática possibilita que empresas possam realizar uma análise de dados mais precisa, agregando maior valor comercial, escalabilidade e qualidade. Constantemente, a tecnologia sofre grandes mudanças que interferem diretamente nos dados, pois cada movimento que os usuários realizam dentro acaba por gerar um considerável volume de dados.
E já que sua empresa tem uma grande possibilidade de sucesso nas mãos, por que não usá-la de forma inteligente e ao seu favor? Se um profissional trabalhar da maneira correta com esses dados disponíveis, sua empresa poderá alavancar resultados, melhorando o atendimento ao cliente e a forma de oferecer produtos e serviços, além de conseguir visualizar processos de forma mais clara e identificar possíveis erros.
 

Benefícios da implantação

Dentre as vantagens, a implantação de uma cultura de dados organizacional possibilita que empresas:
  • Realizem uma análise de dados assertiva;
  • Tomem decisões mais rapidamente;
  • Tenham uma visão ampla e estrategista;
  • Aumentem a produtividade interna;
  • Reduzam a probabilidade de riscos e gastos desnecessários;
  • Gerem insights estratégicos;
  • Possuam transparência nos processos operacionais;
  • Identifiquem oportunidades e tendências;
  • Otimizem processos;
  • Consigam gerar valor aos serviços e produtos.
 

 Passo a passo para implantação de uma cultura de dados

1. Trabalhe o mindset de dados
Como já falamos anteriormente: todo colaborador, de todos os setores organizacionais, precisa ter a mente orientada à dados. No artigo passado, nós falamos sobre uma das etapas do Business Intelligence (BI), o compartilhamento. É nessa parte, em que as informações são compartilhadas para toda a empresa. 
E é isso que tornamos a falar aqui. Os gestores não podem tomar decisões sozinhos, toda a organização precisa estar a par da situação para que se tenha um entendimento coletivo do que foi apresentado e das iniciativas que irão ser tomadas.
2. Comece do menor para o maior
Vá com calma e comece das menores atividades, principalmente se o trabalho com dados ainda é novo dentro da organização. Mergulhe no universo dos dados aquelas atividades mais curtinhas, pois elas auxiliarão na curva de aprendizagem da sua equipe. Desse modo, se tornará possível adentrar no mundo dos dados de forma prática, inteligente e assertiva.
3. Promova a intersetorialidade
O mindset de dados é necessário! Não limite a possibilidade de entendimento dos dados organizacionais apenas ao setor de Tecnologia da Informação (TI). Promover a intersetorialidade significa integrar equipes e aumentar o estabelecimento dessa nova política que a empresa está propondo: a de dados. A intersetorialidade também promove um contato direto entre colaboradores e possibilita a melhoria no desempenho das atividades, bem como o aumento de aprendizados deles.
4. Deixe os dados disponíveis a todos
Utilize uma linguagem e formas de visualização de fácil compreensão para que todas as áreas possam entender aquelas informações que estão apresentadas nos relatórios, gráficos e dashboards. Manter os dados acessíveis, com uma linguagem ampla e fácil, facilita a aprendizagem de toda a organização, acelerando a adoção da cultura e a entrega dos resultados propostos pela análise de dados.
5. Invista em infraestrutura
Invista nas melhores consultorias, nas melhores ferramentas e nos melhores profissionais! Implementar uma cultura de dados não é uma despesa, é um investimento que dará resultados de sucesso para a organização se for aplicada da maneira correta. E se você quer investir de forma assertiva e inteligente, converse conosco. A Wiser Tecnologia é um parceiro completo, com inteligência comprovada e profissionais com know-how estratégico que podem engrenar o seu negócio.

Seja uma empresa orientada a dados!

Dados são a promessa do futuro, não há dúvidas! Os dados, você já tem, mas o que queremos é que você saiba usá-los de forma inteligente para transformá-los em informações estratégicas e decisivas para empresas.

O primeiro passo a se fazer antes de implementar uma cultura de dados é buscar conhecer essa sistemática. E por isso, contar com uma empresa especializada nessa metodologia é essencial para iniciar a adoção com o pé direito.
Com uma análise de dados feita da forma certa, empresas conseguem obter um panorama geral, rico em detalhes, de todos os processos organizacionais. A partir disso, será possível tomar as decisões certeiras e investir em ações necessárias que levarão os melhores resultados para o seu negócio.
Então, se liga no passo a passo: Agende uma reunião com a Wiser Tecnologia para conhecer melhor o nosso serviço, implemente uma cultura de dados, inicie a análise de dados e alavanque seus processos organizacionais. 
 
Por: Eduardo Viana VER MAIS
Business Intelligence: Entenda como sua empresa pode se beneficiar

Imagine um gestor que tem um mundo de relatórios para ler e planejamentos para criar, mas não sabe por onde começar. Chato, né? A situação se tornará delicada tanto para esse profissional quanto para sua equipe e atingirá toda a organização. Saber para onde ir é um grande desafio para aqueles que não conhecem as vantagens do Business Intelligence (BI). 


O BI é uma inteligência de negócios que engloba processos, métodos, técnicas e teorias para coletar dados específicos e transformá-los em informações estratégicas e estruturadas para que gestores possam fazer uma leitura assertiva dos negócios da empresa. A partir disso, esses profissionais conseguem ter uma visão ampla de todas as atividades operacionais.
É vasto o mundo de possibilidades que o Business Intelligence proporciona para as empresas. As informações coletadas e monitoradas a partir do BI deixam à mostra todos detalhes de cada processo, podendo auxiliar:
  • Na tomada de decisão rápida e assertiva;
  • No aumento da produtividade;
  • Na redução de riscos e erros operacionais;
  • Na vantagem competitividade;
  • No aumento da lucratividade;
  • Em um melhor gerenciamento de negócios.
 

E como funciona o processo de BI?
Para que grandes ou pequenas empresas possam usufruir das vantagens do Business Intelligence, é necessário a implementação correta de cada etapa do processo que envolve essa tecnologia. As informações precisam ser exatas e estar bem organizadas para que o profissional possa efetuar uma leitura dos dados com mais clareza, podendo alcançar os objetivos propostos pelo BI.

  • Coleta
É o processo inicial e primordial. Aqui, o profissional consegue obter uma visão mais abrangente de tudo o que está acontecendo no âmbito organizacional para coletar e analisar os dados essenciais. A partir disso, aspectos chaves são apresentados com mais assertividade, como a produtividade da equipe, as oportunidades que devem ser aproveitadas, entre outros.
  • Análise
Após a organização e a coleta na etapa anterior, aqui as informações coletadas são reunidas, analisadas e classificadas para que possam ser visualizadas. A apresentação desses dados prontos pode acontecer com o auxílio de relatórios, gráficos ou dashboards.
  • Compartilhamento
Nessa etapa, todos os dados são compartilhados com outros setores da organização a fim de realizar o diagnóstico situacional da empresa. Assim, juntos, os gestores poderão analisar, debater e ter um compilado de informações para identificar pontos que precisam de melhoria, construir estratégias e gerar insights.
  • Monitoramento
O monitoramento é a fase de tomar decisões baseadas nos dados que foram analisados nas etapas anteriores e monitorar seus resultados. Essa parte do processo é essencial já que pode revelar problemas ocultos, facilitar a correção e dar mais clareza aos resultados.
 

Em quais áreas de uma empresa o BI pode ser implantado?
Uma empresa que não atua com o Business Intelligence entra no jogo da concorrência às cegas, pois não conseguirá visualizar oportunidades por trás das próprias informações. Já com o BI, os gestores começarão a conhecer os dados da empresa de A a Z e terão muito mais clareza nos processos.
Essa tecnologia de coleta, análise e monitoramento de dados pode ser implantada em empresas de pequeno, médio ou grande porte, e que desejam obter um negócio inteligente com um direcionamento mais efetivo para evitar erros operacionais, prejuízos e facilitar a tomada de decisões estratégicas.
O Business Intelligence pode ser implantado para melhorar:

  • Vendas B2B;
  • A contabilidade das empresas;
  • O e-commerce;
  • O atendimento ao cliente;
  • A recuperação de crédito;
  • A oferta de produtos e serviços mais procurados;
  • O entendimento do comportamento e necessidades do cliente.
Empresas como Avon, Microsoft, Fiat, Amazon e Netflix utilizam o BI para obter mais assertividade nos negócios. Aqui na Wiser, podemos destacar a Nacional Gás e o Ceará Express como nossos clientes nesse segmento.
 

Motivos para sua empresa investir no Business Intelligence
Como já falamos anteriormente, o BI é uma ferramenta que auxilia gestores no entendimento de aspectos organizacionais específicos, influenciando em tomadas de decisão assertivas e inteligentes, deixando o achismo de lado.
Você tem um mundo de motivos para implementar Business Intelligence nos negócios!

  • Tomada de decisão
Ter informações essenciais à mesa é estrategicamente importante para que gestores possam ter uma visão ampla dos negócios e usar isso ao favor, propondo soluções mais rapidamente e tomando decisões com mais facilidade e exatidão.
  • Vantagem competitiva no mercado
Toda a expertise do Business Intelligence proporciona mais assertividade na tomada de decisões, que ao serem definidas de acordo com a necessidade atual do mercado, possibilita que a organização saia à frente da concorrência.
  • Melhoria nos processos internos
O BI favorece o ambiente organizacional o tornando mais produtivo ao aprimorar as condições de trabalho, facilitando processos e proporcionando mais rendimento nas atividades.
  • Prevenção de falhas
Já pensou em prever um erro antes de ele acontecer? Com o Business Intelligence é possível! Por meio dessa ciência, gestores possuem previsibilidade de negócios, monitorando falhas e gargalos que, às vezes, passam despercebidos e oferecem risco causando erros nos processos.
  • Aumento da lucratividade
Atrelado à melhoria nos processos internos, à prevenção de falhas e vantagem competitiva no mercado, o BI possibilita que a empresa tenha uma maior lucratividade já que a organização conseguirá obter êxito nos resultados.
 

De olho na tendência: Storytelling nos dados

A visualização de dados leva gestores a tomar novos rumos e possibilitar que toda a organização siga em viagem direto ao sucesso com grandes resultados. Com o auxílio de gráficos, tabelas ou dashboards, as informações podem ser passadas para equipes de uma forma menos complexa, e até, podendo apresentar os conhecimentos de uma forma simples e mais precisa.

A apresentação de dados de uma forma mais atraente e interativa fará com que a etapa de compartilhamento gere mais insights e mais interatividade com os outros setores, deixando a reunião mais organizada e acessível.
O Business Intelligence aumenta as possibilidades de sucesso da sua empresa, mas para isso, a sua organização necessita de profissionais especializados, infraestrutura adequada e das melhores ferramentas do mercado, como as que nós trabalhamos aqui na Wiser Tecnologia.
E por isso, sua empresa pode contar com a gente, pois nós temos tudo que você precisa:  Equipe especializada, experiente e ferramentas adequadas à necessidade do cliente para proporcionar os melhores resultados organizacionais!
Agende uma reunião conosco para entender como o BI pode alavancar seus resultados. 
Por: Eduardo Viana VER MAIS
Definição e alcance de metas: 3 orientações que você precisa conhecer
Definição e alcance de metas: são palavras que podem assustar alguns tipos de vendedores, principalmente os iniciantes, sabe por quê? Porque esse assunto está dentro das coisas que mais geram briga em um departamento de vendas. 
Gestor definindo metas
Vamos lá! As organizações, obviamente, sempre querem atingir (e ultrapassar) metas de acordo com as suas demandas e necessidades de crescimento de capital; de visibilidade no mercado e expansão da equipe. No entanto, em paralelo a isso, existem os vendedores que precisam (e querem) de metas mais palpáveis e fáceis de se trabalhar, afinal, na maioria das vezes, as comissões e bônus que eles ganham, dependem do atingimento dessas mesmas metas. 
Com isso, se cria um cabo de guerra entre empresas e colaboradores, onde cada um deseja, apesar das diferentes finalidades, alcançar o mesmo objetivo: o de atingir metas. Para evitar que a relação de ambos fique desgastada, o ideal é procurar manter esse cabo de guerra saudável e temperante. Sim, é possível. Mas, como? 
Na maioria das vezes, a comunicação entre empresa e vendedor acaba virando uma discussão por causa da priorização apenas dos interesses empresariais, o que causa uma queima de energia e uma desestimulação em ambas as partes, desestabilizando o clima organizacional. 
Sabemos que metas não batidas são uma chateação para toda a empresa, que imaginou que alcançaria um bom resultado comercial, mas não conseguiu. E, também, para vendedores que chegam a pensar que nunca vão conseguir os resultados de vendas almejados pela gestão.
A partir de agora, você descobrirá conosco três fatores que ajudam na definição de metas e métricas a ponto de torná-las um incentivo a toda equipe e fazer com que contribuam para que a empresa tenha uma energia positiva.  
 
1. Transferir a meta da cabeça para o papel não é o suficiente. 
Optar pelo “achismo” não é a tática ideal para traçar metas efetivas porque gestores precisam ter um embasamento em pesquisas e históricos que possam demonstrar aquilo que, realmente, pode ser considerado como uma meta possível de alcançar um bom resultado em um período de tempo justo para ambas as partes - vendedores e empresa. 
O problema das metas que são retiradas da cabeça é que elas costumam estar preocupadas apenas na necessidade da empresa em obter os tão sonhados resultados. E, não consideram outros fatores que podem influenciar negativamente esse feito, como a quantidade de capacidade e o know-how que a equipe obtém em alcançar essas metas de forma efetiva. 
Por isso, a primeira dica é analisar os dados históricos para criar um plano de crescimento mais acessível e sustentável, e possuir resultados contínuos. O crescimento exponencial nas organizações não acontece por acaso pois ele vem de pequenos implementos sequenciais inseridos, de forma consistente e firme. E quando essa sequência de pequenos crescimentos acontece, causa o que chamamos de “cotovelo de crescimento”, que possui, de fato, o comportamento de crescimento acelerado em um gráfico. 
 
2. Criar metas intermediárias, além de metas finais. 
Ter crescimento no alcance de metas não significa que a organização deve crescer somente nos resultados. Para que a gestão e o time de vendas cumpram o objetivo final, é importante que todos conheçam quais os elementos utilizados que possibilitaram a formação desse objetivo. É aquilo que falamos no artigo anterior (inserir hiperlink aqui). 
Descobrir as quantidades é essencial! Procurar saber quantas propostas a mais devem ser inseridas, quantos clientes são necessários qualificar e quantos canais de venda adicionais são precisos congregar. Devem ser criadas metas e métricas intermediárias para que todo o processo de vendas possa ter um acompanhamento mais efetivo e com isso seja possível obter mais energia e preparação para o alcance dos resultados finais.
Essas métricas e metas no meio do processo são extremamente importantes porque todos aqueles envolvidos no sistema comercial começam a perceber que o “botão de aumento de vendas” não funciona sozinho. Para, de fato, funcionar, ele precisa ser acionado em várias etapas diferentes e estratégicas. Dessa forma, será possível notar, nitidamente, um resultado eficiente nas vendas daquele time. 
 
Gestor em reunião
3. Seja simples, transparente e comunique sempre. 
Imagine que você foi designado para realizar uma função na qual você não conhece nada. Por onde você vai começar? A quem você poderá recorrer? Como você vai entregar o produto final se não sabe como chegar nele? É impossível trabalhar a favor de algo que você desconhece. E isso, infelizmente, acontece em muitos processos de vendas. 
Existem planos de metas e métricas tão complicados de serem entendidos que o próprio vendedor não consegue compreender nada e começa a achar que não vai conseguir alcançar o resultado pretendido. Por isso, gestores devem ser o mais simples possíveis quando forem demonstrar o plano de metas e métricas para o time de vendedores. Assim, todos poderão entender o que precisam e como precisam trabalhar para melhorar o alcance dos objetivos organizacionais.
Seja transparente deixando o planejamento e todo o alcance (números registrados ao longo do período) claros para todos. Apesar disso ser visto, para uns, como uma pressão da empresa nos colaboradores, é isso que fará com que sua equipe tenha ciência do status do processo e do que a gestão pretende obter, e ainda a manterá próxima de você. Com isso, eles poderão saber se estão melhorando ou não, sabendo ainda onde precisam melhorar e atuar juntos.
Isso é uma questão de comunicação. Deixar os canais de comunicação claros com toda a empresa é imprescindível para demonstrar o que está dando certo e o que não está dando certo. Além disso, dar feedbacks constantes, realizar reuniões regularmente, gerar relatórios gerais ou individuais que mostram cada etapa do processo também ajuda as pessoas a compreenderem onde elas precisam se aperfeiçoar mais. 
 

Não lute pelas metas somente aos 45 minutos do segundo tempo

Não dará resultado! É trabalho em vão e estresse triplicado. Não adianta se preocupar em alcançar resultados já na reta final do mês, trimestre ou outro período de medição. Junto com as três orientações dadas acima, os gestores precisam estar munidos de gráficos, dashboards e relatórios desde o 1º dia do período de vendas. É a partir disso que eles terão a demonstração da direção que deve ser seguida e quais são as tendências apresentadas dentro daquele período. 

 
Dessa forma será possível tomar decisões mais assertivas com base nos dados que a organização obteve desde o início daquele ciclo. O acompanhamento precisa ser realizado em cada etapa que está em andamento ou que já foi finalizada, independente se está situada no começo ou no meio do processo. Aqui, na Wiser, nós sempre gostamos de relembrar: gestores precisam ser Data Driven! 
Eles precisam se basear na tomada de decisão e em todo o planejamento a partir de uma análise e coleta de informações por meio de números e ferramentas, como o Business Intelligence (BI). A Wiser Tecnologia pode fazer com que a sua  gestão, metas e métricas sejam estratégicas e que sua comunicação e transparência, de fato, aconteçam! 
A partir disso, nós vamos impulsionar a geração de energia dentro do seu time de vendas, proporcionando maiores resultados finais! Fale com o nosso comercial e agende uma reunião para que possamos te explicar como tudo isso será possível. 
Por: Bruna Ramos VER MAIS
Como medir performance de vendedores e ganhar produtividade

Apesar de parecer ser uma coisa totalmente óbvia, é importante dizer: vendedores precisam vender. Mas, quando estamos falando de vendas B2B, o processo não se torna tão óbvio assim. Toda a jornada de oferta e venda entre empresas é baseada em pequenas vendas, já que a equipe tem que executar diversas tarefas ao longo do caminho, para, finalmente, chegar em um resultado final de vendas com êxito. 

Gestor medindo performance da equipe e resultados
Para conseguir esse êxito, tão almejado, o processo de vendas precisa de um acompanhamento perspicaz desde o início, necessário para toda a jornada que o vendedor realizará. Caso esse acompanhamento não aconteça, existe a possibilidade de a gestão não obter sucesso nas vendas e nas metas que foram estabelecidas. E qual gestor deseja isso? Nenhum! 
Essa análise possibilitará uma descrição mais detalhada de como está se dando o processo de vendas de cada vendedor do time, o que tornará visível os gargalos que possam estar impedindo a efetivação de uma jornada mais assertiva de vendas ou os pontos positivos que estejam impulsionando mais negociações.
 

A diferença entre métricas de performance e métricas de resultado  
As métricas de resultado, também chamadas de Key Performance Indicators (KPIs),  mostram os indicadores das vendas finais. Elas se referem a tudo aquilo que os vendedores puderam carregar até o final do funil de vendas, incluindo aquelas propostas que possuem pretensão de fechamento. 

  • Quantidade de propostas em andamento;
  • Quantidade de propostas ganhas;
  • Quantidade de propostas perdidas. 
É por meio das métricas listadas acima, que a gestão poderá entender e avaliar o resultado de cada vendedor durante todo o processo de comunicação e negociação que ele realizou com cada prospect.  
O que os seus vendedores costumam captar se traduzem em vendas efetivas ou não? A resposta para esse questionamento é alcançada por meio das métricas de performance (todas as atividades realizadas) que mostram a volumetria de trabalho de toda a equipe dos vendedores. Medir essas técnicas é essencial para entender qual é a energia de cada profissional durante o processo de vendas, avaliando como está o desempenho dele e identificando possíveis dificuldades.  
 

Vendedor que não vende deve ser retirado da equipe? 
Depende das circunstâncias, até porque todos têm o direito de errar, aprender e acertar. Como já falamos nos parágrafos acima, vendedores precisam vender. Ora, é a função deles. Mas, precisamos entender os três tipos de profissionais existentes no mercado para acompanhar e entender essa lógica.

1. Vendedor que vende bem SEMPRE. 
Independentemente das circunstâncias, esse vendedor está conseguindo fechar todas as vendas possíveis. E essa prática é excelente para qualquer negócio. Profissionais com esse perfil se preocupam em entregar quantidade e qualidade de vendas de boa margem e para o público-alvo da organização. 
Com eles, gestores e diretores não precisam quebrar a cabeça; apenas deixar que eles continuem vendendo, já que mesmo com métodos técnicos ou não, esses profissionais estão atingindo metas facilmente e entregando resultados idealizados. É importante citar que a gestão deve acompanhar todo o processo de vendas, realizado por esses vendedores, para que possa identificar os acertos do vendedor e utilizar isso como aprendizado histórico para vendas futuras.
Outra questão importante é entender se esse vendedor entrega qualidade de vendas além de quantidade. Análise de margem de contribuição, nível de desconto e tempo que o cliente fica com a empresa (LTV) são pontos importantes para colocar a ‘cereja do bolo’ no vendedor.  

2. Vendedor que nem sempre vende bem, mas possui disposição para trabalhar. 

É esse vendedor que precisa ser desenvolvido pela gestão. É aquele profissional que precisa de um treinamento específico para desenvolver e amadurecer habilidades que ele possui, a partir do conhecimento de técnicas e ferramentas essenciais durante um processo de venda. Apesar de não conseguir atingir as metas com facilidade, é necessário avaliar se esse vendedor tem uma boa volumetria de trabalho e uma boa energia gasta trabalhando bem e gerando resultados. 
A partir disso, a gestão deve acompanhar as métricas dessa performance para poder descobrir qual é o ponto de partida para ajudar esse vendedor a chegar no funil de vendas e obter mais facilidade e maestria nas negociações. 

3. Vendedor nem nem: nem vende, nem apresenta boa volumetria de trabalho. 
Para esse vendedor, o ideal é dar dois a três feedbacks e espaço para a oportunidade de participar de treinamentos para melhorar as técnicas de venda. No entanto, mesmo que com essa oportunidade ele não aceite os feedbacks que recebeu, nem apresente melhoria no processo de fechar o ciclo de vendas, o ideal é optar pelo desligamento desse colaborador. 
Isso será satisfatório para ele, que claramente não tem o desejo de continuar no time, e para a organização, que buscará um profissional apto para realizar as funções conforme o ritmo do resto da equipe. 
 
Equipe avaliando métricas de performance

Quais são as métricas de performance? 
Como já te contamos acima, as métricas de performance são todas atividades realizadas pelos vendedores durante o processo de vendas e que evidenciam a volumetria de trabalho de cada profissional. Elas são indicadores estratégicos para avaliar o desempenho do seu time comercial. Conheça alguma delas: 

  • Quantidade de novos clientes inseridos o funil

Refere-se aos clientes que foram prospectados por cada vendedor. É por meio dessa métrica que a gestão consegue identificar quantos clientes o profissional conseguiu atrair e levar para a empresa dentro do processo de vendas. 
  • Quantidade de clientes qualificados no processo de vendas

Essa métrica é importante para que a gestão fique ciente sobre qual é o potencial dos leads que foram recebidos e qualificados e ainda descobrir quantos leads, desses que foram recebidos, o vendedor conseguiu prospectar. 
  • Quantidade de oportunidades abertas

Aqui, ficará exposto a quantidade de oportunidades que o vendedor registrou ao longo do mês dentro da plataforma que o time comercial utiliza. A gestão deve, ainda, buscar visualizar como o seu profissional está movimentando a pipeline de vendas com o intuito de entender, descobrir e qualificar as oportunidades existentes para iniciar uma nova jornada. 
  • Quantidade de visitas, reuniões e ligações feitas 

A partir dessa métrica, será possível avaliar a comunicação que o seu profissional realizou com os potenciais clientes, afinal o processo de vendas só acontece quando o vendedor, de fato, se movimenta. Mesmo que o volume de atividades seja pequeno, ele compõe um movimento importante para avaliar a jornada realizada. 
  • Quantidade de apresentações feitas 

Para o cliente aceitar e escutar a proposta do vendedor, ele precisa realizar uma apresentação de forma correta. Esse é o showtime da comunicação. É o momento em que o profissional vai gerar valor ao serviço ou produto, apresentá-lo ao seu potencial cliente e buscar adequá-lo à sua rotina. 
 

Métricas são o caminho para o sucesso 

As métricas de performance são fundamentais para entender se o seu time comercial está trabalhando na direção do sucesso e dos grandes resultados. A gestão de vendas é responsável em avaliá-las criteriosamente e usá-las estrategicamente com o auxílio do Business Intelligence (BI). 

Elas devem ser a vida de vendas e, aliado a isso, as empresas precisam contar com sistemas que as ajudem a interpretar dados de maneira assertiva e inteligente, a fim de obter os resultados pretendidos em vendas. Se a sua equipe não tem um sistema desse tipo, como um CRM, ela não terá como medir essas métricas, muito menos representá-las em gráficos para facilitar a leitura e entendimento no dia a dia desses profissionais. 
E é isso que temos falado e realizado. Na Wiser e com a Wiser, gestores de vendas, diretores de empresas e sócios podem, além de ter um bom número de vendas, realizar uma leitura de todo o processo com assertividade. Com nossa experiência no mundo do BI para empresas, ajudamos profissionais de todo o Brasil a atuar de forma pontual no lugar certo e definir quais esforços devem ser tomados para que se alcance metas e que vendas cresçam consideravelmente. 
Converse agora com um de nossos especialistas e entenda como podemos aumentar a produtividade do seu time de vendas de forma rápida e inteligente! 
Por: Bruna Ramos VER MAIS
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