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Plano de continuidade de negócios em TI: Como criar e quais são os benefícios
Existem processos que não podem parar, mas também existem acontecimentos impossíveis de prever. Reflita sobre a seguinte situação:
Gestores decidem que a melhor opção para arquivar dados é em servidores físicos, que estão dentro de uma sala específica dessa empresa. Mas infelizmente, um desabamento acontece e faz com que toda a estrutura física caia, danificando os servidores.
Pode parecer algo inalcançável? Sim. Mas é capaz de acontecer. Sendo menos radical, também poderia citar eventos climáticos severos, longas interrupções de energia, dentre outras emergências.
Toda empresa deve pensar nessas possibilidades e pensar nas formas de prevenção. A solução preventiva para esses casos, seria montar um plano de continuidade de negócios em TI.
O plano atua como uma resposta rápida aos riscos e impactos que podem acometer os processos da empresa, abrangendo estratégias necessárias para a continuidade dos serviços.
Um plano de continuidade de negócios em TI é essencial para garantir que uma organização possa continuar operando sem interrupções significativas em caso de eventos adversos, como desastres naturais, falhas de sistemas, ataques cibernéticos ou outros incidentes que possam afetar a infraestrutura de TI.

Passos básicos para criar um plano de continuidade de negócios em TI eficaz


1- Iniciar o processo de planejamento

Nomeie uma equipe de planejamento de continuidade de negócios em TI, composta por profissionais experientes em TI, segurança da informação e gestão de riscos.
Identifique os principais stakeholders, incluindo a alta administração, para garantir seu envolvimento e apoio ao plano.

2 - Avaliação de riscos e impactos

Identifique ameaças potenciais que possam afetar a infraestrutura de TI, como falhas de energia, incêndios, inundações, ataques cibernéticos, entre outros.
Avalie o impacto potencial dessas ameaças nas operações de TI e nos objetivos de negócios.

3 - Definição de objetivos e requisitos

Estabeleça metas claras para a continuidade de negócios em TI, como tempo de recuperação máximo tolerável (RTO) e ponto de recuperação máximo tolerável (RPO).
Defina requisitos específicos para manter a disponibilidade dos sistemas críticos.

4 - Inventário de ativos de TI

Faça um levantamento completo de todos os ativos de TI, incluindo hardware, software, dados e documentação.
Classifique os ativos com base em sua importância para as operações de negócios.

5 - Desenvolvimento de estratégias de recuperação

Crie planos de recuperação para cada sistema e serviço crítico, especificando as etapas necessárias para restaurar a funcionalidade.
Implemente soluções de backup e redundância para minimizar o tempo de inatividade.

6 - Treinamento e conscientização

Treine a equipe de TI e outros funcionários sobre suas funções durante um incidente de continuidade de negócios.
Crie conscientização sobre a importância da continuidade de negócios em toda a organização.

7 - Teste e revisão

Realize testes regulares de recuperação de desastres para garantir que os planos sejam eficazes.
Revise o plano periodicamente para incorporar lições aprendidas e mudanças na infraestrutura de TI.

8 - Comunicação e coordenação

Estabeleça procedimentos claros de comunicação e coordenação durante um incidente.
Mantenha contato com fornecedores, parceiros e clientes para manter a transparência e minimizar impactos.

9 - Documentação e revisão

Mantenha documentação detalhada de todos os aspectos do plano de continuidade de negócios em TI.
Revise e atualize o plano regularmente para garantir que ele permaneça relevante e eficaz.

10- Implementação e monitoramento contínuo

Implemente o plano de continuidade de negócios em TI e monitore constantemente a infraestrutura e os sistemas para detectar qualquer anomalia.
 

Benefícios de um plano de continuidade de negócios em TI

Como já foi dito anteriormente, um plano de continuidade de negócios em TI é um processo contínuo que requer compromisso e envolvimento de toda a organização.
Ter um plano eficaz pode ajudar a minimizar o tempo de inatividade, proteger dados críticos, minimizar perdas financeiras e garantir a resiliência das operações de negócios em face de desafios inesperados.
Esse plano permite uma recuperação mais ágil e eficiente, mantendo a confiança dos clientes, parceiros e stakeholders. Garante, ainda, a agilidade nos processos de TI e aumenta a sobrevivência do negócio.
Também é fundamental para a manutenção e proteção das operações empresariais diante de crises e interrupções.
A TI é o alicerce de grande parte das atividades modernas, tornando essencial prever e mitigar possíveis eventos que possam afetar sistemas críticos.
A capacidade de garantir a operação contínua, juntamente com a segurança dos ativos digitais, é crucial para a sustentabilidade e a resiliência de uma organização no cenário competitivo e instável dos dias atuais.
Tenha um parceiro tecnológico completo com profissionais qualificados para auxiliar a sua empresa a montar um plano de continuidade de negócios e manter a eficiência de todos os seus processos. Para saber mais sobre isso, clique aqui e fale conosco pelo WhatsApp.
 
 
Por: Jony do Vale VER MAIS
A importância da qualidade de dados para o Business Intelligence
O Business Intelligence (BI) é uma ferramenta crucial para organizações em todo o mundo, permitindo que elas tomem decisões informadas com base em dados. No entanto, o sucesso do BI depende diretamente da qualidade dos dados que alimentam o sistema.
Neste artigo, exploraremos a importância da qualidade de dados para o BI, destacaremos técnicas importantes no processo e apresentaremos casos reais que ilustram o impacto da qualidade de dados.
Além disso, forneceremos uma sugestão de livro para aprofundar seus conhecimentos sobre o assunto.

A importância da qualidade de dados para o BI

A qualidade dos dados é o alicerce do Business Intelligence. Sem dados confiáveis e precisos, as análises e insights gerados pelo BI podem ser distorcidos ou até mesmo prejudiciais para a tomada de decisões.
Aqui estão algumas razões pelas quais a qualidade de dados é fundamental para o sucesso do BI:

1. Tomada de decisões precisas

O BI é projetado para fornecer informações valiosas que orientam as decisões estratégicas. Dados imprecisos podem levar a conclusões erradas e, consequentemente, a decisões prejudiciais para a organização.

2. Confiabilidade das análises

Os resultados das análises de BI são tão bons quanto os dados que as alimentam. Dados de baixa qualidade podem gerar desconfiança nos relatórios e dashboards, desestimulando a adoção do sistema por parte dos usuários.

3. Eficiência operacional

Dados de alta qualidade permitem que as empresas identifiquem áreas de ineficiência e melhorem seus processos. Com base em dados confiáveis, as organizações podem otimizar operações, economizar recursos e aumentar a eficiência.

Técnicas importantes no processo de garantia de qualidade de dados

A garantia da qualidade de dados é um processo contínuo que envolve diversas técnicas e práticas. Aqui estão algumas das técnicas mais importantes que separamos para você:

1. Padronização de dados

Garanta que os dados estejam em um formato consistente e padronizado, incluindo datas, unidades de medida, nomes e abreviações.

2. Limpeza de dados

Identifique e corrija erros nos dados, como valores em branco, duplicatas e informações inconsistentes.
 

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3. Validação de dados

Implemente regras de validação para garantir que os dados estejam dentro dos limites aceitáveis, evitando a entrada de informações inválidas.

4. Monitoramento contínuo

Estabeleça um sistema de monitoramento constante para identificar problemas de qualidade de dados assim que eles surgirem.

5. Educação e treinamento

Capacite os usuários e a equipe de TI para compreender a importância da qualidade de dados e adotar boas práticas.

Dados são responsáveis pelo sucesso organizacional?

Em resumo, a qualidade de dados desempenha um papel fundamental no sucesso do BI. Organizações que priorizam a qualidade de dados colhem os benefícios de análises precisas, decisões embasadas em dados confiáveis e eficiência operacional aprimorada.
Investir em técnicas de garantia de qualidade de dados e adotar boas práticas é essencial para maximizar o potencial do BI e manter uma vantagem competitiva no mercado em constante evolução.
Aprimorar a qualidade dos dados não é apenas uma escolha sábia, mas uma necessidade imperativa para qualquer organização que deseja prosperar. Ao adotar práticas de garantia de qualidade de dados, desde a padronização até a educação contínua, as empresas têm a oportunidade não apenas de melhorar suas operações, mas também de desbloquear insights valiosos para impulsionar seu crescimento.
Para embarcar nesta jornada de sucesso impulsionada por dados confiáveis, é importante implementar estratégia de qualidade de dados e a chave é priorizar a integridade desses dados. Por meio dos serviços da Wiser Tecnologia, voltados para Business Intelligence, sua empresa conseguirá obter todos os benefícios que o BI oferece para empresas.
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Por: Eduardo Viana VER MAIS
Gerenciamento de Vulnerabilidades: Fortalecendo a Segurança da Informação

A gestão de vulnerabilidades é um processo fundamental para garantir a segurança de sistemas de informação, redes, aplicativos e infraestrutura de TI. Ela para comprometer a integridade, confidencialidade ou disponibilidade dos sistemas. 


Como realizar a gestão de vulnerabilidades? 

Para iniciar a gestão de vulnerabilidades de maneira eficaz, as organizações devem começar por estabelecer uma inventariação completa dos seus ativos de TI. Isso inclui sistemas, aplicativos, dispositivos de rede e qualquer ativo relacionado à infraestrutura de tecnologia da informação.  

Uma vez que todos os ativos sejam identificados, é possível utilizar ferramentas de varredura de vulnerabilidades para realizar verificações regulares em busca de possíveis fraquezas.  

Além disso, é fundamental manter-se atualizado com os boletins de segurança e informações dos fornecedores para estar ciente das vulnerabilidades conhecidas e das atualizações de segurança disponíveis para os sistemas e aplicativos em uso. 

A colaboração entre equipes de segurança cibernética e equipes operacionais de TI é essencial para o sucesso da gestão de vulnerabilidades. As equipes de segurança devem trabalhar em estreita colaboração com os administradores de sistemas e aplicativos para garantir que as medidas corretivas sejam implementadas de maneira eficaz e que os patches de segurança sejam aplicados de forma oportuna.  

É importante manter registros detalhados de todas as atividades relacionadas à gestão de vulnerabilidades, incluindo as ações tomadas, datas de implementação de correções e resultados de testes de validação. Esse registro é valioso para auditorias de segurança e para demonstrar o compromisso contínuo da organização com a segurança cibernética. 

A gestão de vulnerabilidades eficiente envolve métodos que são necessários para a realização dessa gestão. Confira abaixo, 7 passos que envolvem a gestão de vulnerabilidades.   

1  - Identificação de Vulnerabilidades 

Utilização de ferramentas de varredura de vulnerabilidades e scanners de segurança para identificar possíveis fraquezas em sistemas, aplicativos e redes.  Acompanhamento de boletins de segurança e informações de fornecedores para estar ciente das vulnerabilidades conhecidas. 

2 - Avaliação de Riscos 

Avaliação da gravidade e do impacto potencial das vulnerabilidades identificadas. Classificação das vulnerabilidades com base na sua criticidade. 

3 - Priorização 

Definição de prioridades para tratar as vulnerabilidades com base na sua gravidade, impacto e contexto operacional.  Concentração de recursos nas vulnerabilidades mais críticas. 

4 - Tratamento de Vulnerabilidades 

Desenvolvimento e implementação de medidas corretivas para mitigar ou eliminar as vulnerabilidades. Isolamento de sistemas afetados, aplicação de patches, atualização de software, reconfiguração de redes e outros procedimentos de segurança. 

5 - Teste e Validação 

Teste das correções para garantir que elas não causem problemas adicionais e que as vulnerabilidades foram efetivamente eliminadas. Testes de penetração para verificar a eficácia das correções. 

6 -Monitoramento Contínuo 

Estabelecimento de monitoramento contínuo para detectar novas vulnerabilidades e garantir que as correções permaneçam eficazes.  Atualização regular de sistemas e aplicativos para manter a segurança. 

7 - Comunicação 

Comunicação eficaz com as partes interessadas internas e externas, incluindo relatórios de status de vulnerabilidades e ações corretivas tomadas. Divulgação responsável de vulnerabilidades a fornecedores e organizações relevantes. 

Proteja seu negócio no mundo digital  

A gestão de vulnerabilidades é uma parte essencial da cibersegurança e ajuda a reduzir o risco de ataques cibernéticos. É um processo contínuo e em evolução, pois novas vulnerabilidades estão sempre surgindo e ameaças cibernéticas estão em constante evolução. É crucial que as organizações implementem uma abordagem proativa para a gestão de vulnerabilidades como parte de sua estratégia geral de segurança da informação. 

 Com a constante evolução das ameaças cibernéticas e a descoberta regular de novas vulnerabilidades, as organizações devem adotar uma abordagem proativa e em constante adaptação para manter seus sistemas e dados seguros. Isso significa que a gestão de vulnerabilidades não é apenas uma tarefa pontual, mas um processo contínuo e estratégico que requer recursos dedicados e expertise especializada. 

Na Wiser Tecnologia, entendemos a complexidade e a urgência da gestão de vulnerabilidades. Nossa equipe de especialistas em segurança cibernética está pronta para ajudar sua organização a identificar, avaliar, priorizar e tratar vulnerabilidades de forma eficaz. Oferecemos soluções abrangentes e personalizadas para proteger seus ativos de TI e garantir a integridade, confidencialidade e disponibilidade de seus sistemas.  

Não espere até que seja tarde demais. Entre em contato conosco hoje mesmo para fortalecer sua segurança cibernética e proteger seu negócio contra as ameaças em constante evolução do mundo digital.  

Por: Jony do Vale VER MAIS
Os benefícios do uso de dashboards para visualização de dados em BI

Com o grande volume de dados gerados pelas empresas, torna-se cada vez mais importante ter uma forma de organizá-los e transformá-los em insights úteis para a tomada de decisões. Nesse contexto, os dashboards para visualização de dados em Business Intelligence (BI) têm se tornado cada vez mais populares.
Neste artigo, discutiremos os benefícios do uso de dashboards em BI e como eles podem ajudar as empresas a tomar decisões melhores e mais rápidas.

O que são dashboards de visualização de dados em Business Intelligence?

Os dashboards são painéis interativos que exibem dados em tempo real, permitindo que os usuários identifiquem rapidamente tendências e insights. Eles são umas das principais ferramentas de BI usadas pelas empresas atualmente. Esses dashboards apresentam informações importantes em um formato visual fácil de entender, permitindo que os usuários compreendam rapidamente as tendências e insights ocultos nos dados.

Benefícios do uso de dashboards de visualização de dados em Business Intelligence

  1. Tomada de decisões mais rápida e precisa: os dashboards de visualização de dados permitem que os usuários vejam rapidamente as informações mais relevantes para o seu negócio. Isso permite que as empresas tomem decisões mais rápidas e com base em dados mais precisos.

  2. Identificação rápida de tendências e insights: os dashboards permitem que os usuários identifiquem rapidamente tendências e insights ocultos nos dados, permitindo que as empresas ajustem suas estratégias e tomem decisões mais informadas.
  3. Comunicação efetiva dos insights: os dashboards permitem que os usuários compartilhem informações importantes com outros membros da equipe ou com a liderança da empresa de maneira eficaz, permitindo que todos estejam na mesma página e tomem decisões com base nos mesmos insights.
  4. Monitoramento contínuo do desempenho: os dashboards de visualização de dados em BI permitem que as empresas monitorem continuamente seu desempenho em tempo real e identifiquem áreas que precisam ser melhoradas.
  5. Personalização de visualizações: os dashboards permitem que os usuários personalizem as visualizações de acordo com suas necessidades e preferências, permitindo que as empresas criem uma visualização de dados que atenda às suas necessidades exclusivas.

Como implementar dashboards de visualização de dados em Business Intelligence?

Para implementar um dashboard de visualização de dados em BI, é importante seguir algumas etapas:

  1. Definir os objetivos e requisitos: defina os objetivos de negócio que você quer alcançar com o dashboard e identifique quais dados e métricas são relevantes para atingir esses objetivos.

  2. Selecionar as ferramentas de BI apropriadas: selecione uma plataforma de BI que atenda às suas necessidades e requisitos.
  3. Coletar e integrar dados: colete os dados de diferentes fontes e integre-os em uma plataforma de BI.
  4. Criar visualizações relevantes: crie visualizações que mostrem as informações mais relevantes e permitam que os usuários interajam com os dados.
  5. Testar e refinar: teste o dashboard com usuários e refine-o com base no feedback para garantir que ele atenda às suas necessidades e objetivos.

 

Concluindo, os dashboards são uma ferramenta poderosa para as empresas tomarem decisões informadas e rápidas com base em dados precisos e relevantes.

Com a capacidade de identificar tendências e insights e monitorar continuamente o desempenho, os dashboards permitem que as empresas ajustem suas estratégias e atinjam seus objetivos de negócios com maior eficiência. 

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Por: Eduardo Viana VER MAIS
4 ferramentas de ETL para você utilizar
Se você leu o artigo passado, sabe que escrevi um pouco sobre a importância que o ETL tem para o Business Intelligence.
O artigo de hoje será um complemento! Vou mostrar pra você 4 ferramentas de ETL que, com certeza, irão te ajudar.
Algumas dessas ferramentas são pagas, já outras open source, mas todas, de alguma forma, podem te auxiliar no processamento dos seus dados, como também na automação dos seus processos.
A seguir, você vai conhecer e saber um pouco mais sobre ferramentas de ETL para você utilizar.
  1. Alteryx

A ferramenta Alteryx é uma das principais ferramentas do mercado especializadas em unificar bases, automação de processos e ciência de dados.
Ela foi projetada para colocar a automação nas mãos de todos os profissionais de dados. Possui centenas de componentes e conexão com praticamente todas as fontes de dados, estruturados ou não.
Com um sistema de arrasta e solta, os processos são criados de forma fácil e sem complicação.
A ferramenta Alteryx é paga no formato de licenciamento anual. Em termos de comunidade, os nossos BRs estão crescendo cada vez mais em documentação, treinamentos e dicas.
  1. Pentaho Data Integration (PDI)

A ferramenta PDI, também chamada de Spoon, possui interface gráfica para construção dos fluxos.
É formada por duas categorias de artefatos:
Transformações que registra o passo-a-passo de como a extração ou leitura de uma fonte de informação é realizada;
Jobs realizam operações completas, uma por uma, ao contrário de uma transformação que opera sobre as linhas de dados em paralelo.
Parecida com o Alteryx em termos de arrastar e soltar, o PDI pode ser uma boa aliada no processo, porém a necessidade de encontrar os plugins para conectar nas fontes de dados pode dificultar as construções de fluxos.
O PDI é uma ferramenta open source e não há cobrança para utilização. Encontra-se muito conteúdo BR disponível na rede.
  1. Knime

É uma plataforma de programação visual de código aberto (open source). Com ela, é possível integrar várias fontes de dados e realizar todos os tratamentos necessários para preparar as bases de dados em informação.
Como as outras ferramentas, Knime também permite a criação de automações que garantem maior controle e agilidade nos tratamentos de dados da sua empresa.
Sobre ela, existem muitos treinamentos, documentação e dicas em português e inglês disponíveis na internet.
  1. Apache Hop

Hop é uma plataforma de integração de dados de código aberto totalmente nova, fácil de usar, rápida e flexível.
O desenvolvimento visual permite que os desenvolvedores sejam mais produtivos do que por meio da utilização de códigos.
Existem alguns conteúdos em português, mas a maioria das documentações e treinamentos estão em inglês.
Leitor, espero você nosso próximo artigo sobre BI.
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Por: Eduardo Viana VER MAIS
A importância do ETL para o Business Intelligence
Quem trabalha com Business Intelligence (BI), em algum momento, já teve sua atividade simplificada apenas como “criador de relatórios e dashboards”.
Bem, normalmente respondo esse questionamento usando o exemplo do iceberg, onde àqueles que navegam em alto mar só enxergam seu cume (dashboard), mas que na verdade, seu maior volume encontra-se debaixo d'água (transformação dos dados).
No desenvolvimento de um dashboard gastamos mais tempo trabalhando na base de dados, que será usada como fonte. Essa etapa do trabalho é chamada de ETL.

Então, o que significa ETL?

Extrair, transformar e carregar, em inglês extract, transform, load. ETL é o processo usado para extrair dados – das mais variadas fontes –, transformar e carregá-los em vários destinos, como um data warehouse ou data lake. Com isso, é possível analisar os dados para impulsionar a tomada de decisões nos negócios.

Por que o processo de ETL é importante?

O potencial do processo de ETL para extrair e integrar dados de diversos sistemas de origem, incluindo todos os sistemas da companhia, representa menos problemas com os indicadores, já que nessa etapa são tratados e analisados todos os dados, o que gera mais oportunidades para aproveitar o self-service analytics.
De forma resumida, trata-se de uma maneira rápida, flexível e automatizada de agregar diversos dados em diferentes formatos e prepará-los para análise.

Etapas do processo de ETL

Extrair

A coleta de dados automatizada aumenta o desempenho e fornece insights valiosos de forma rápida. Durante o processo de extração, é possível coletar dados estruturados e não estruturados de múltiplas fontes e em diferentes formatos, como JSON, XML, bancos de dados informais, sites rastreados e etc.

Transformar

A transformação reúne diferentes tipos de dados e os armazena de acordo com os formatos necessários para permitir o uso em toda a organização.
A limpeza de dados é outro ponto crucial para a transformação e inclui a eliminação de duplicatas, nulos e espaços em branco, além da alteração do tipo e volume das informações.

Carregar

O carregamento inclui a gravação de dados processados, seja num data warehouse ou data lake, no local ou na nuvem. Através do processo contínuo de ETL, com o registro de novos dados, as empresas podem escolher entre substituir informações existentes ou incluir novos registros de forma incremental.
É isso. Espero ter ajudado a entender um pouco mais sobre o processo de ETL.
No próximo artigo, falarei um pouco sobre quais as ferramentas que podem te auxiliar nesse processo rumo a transformação da gestão orientada a dados.
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Por: Eduardo Viana VER MAIS
O omnichannel e a estratégia para empresas e clientes

As empresas usam estratégias omnichannel para se conectar com seus clientes por meio de vários canais (multicanal), como mídia social, e-mail e na loja.

Conceito

Omnichannel é uma estratégia centrada no cliente que visa fornecer uma experiência consistente e contínua em todos os canais.

Isso significa que um cliente pode iniciar uma conversa em um canal, como redes sociais, e continuar em outro, como e-mail ou telefone, sem precisar repetir informações ou recomeçar.

O multicanal, por outro lado, é uma abordagem centrada no canal que se concentra em alcançar os clientes por meio de vários canais.

Embora essa estratégia possa ser eficaz, ela também pode resultar em uma experiência desarticulada do cliente se os canais não forem integrados e coordenados.

Vantagens

Uma das principais vantagens de uma estratégia omnichannel é que ela permite que as empresas desenvolvam relacionamentos mais fortes e pessoais com seus clientes.

As empresas podem criar confiança e lealdade entre seus clientes, fornecendo consistentemente uma experiência de alta qualidade em todos os canais.

Outro benefício do omnichannel é que ele permite que as empresas coletem dados de várias fontes, permitindo que elas entendam melhor as necessidades e preferências de seus clientes.

Isso pode ajudar as empresas a adaptar seus esforços de marketing e melhorar a experiência geral do cliente.

Uma estratégia multicanal também pode ajudar as empresas a cortar despesas e aumentar a eficiência.

As empresas podem evitar a duplicação e simplificar suas operações, o que pode economizar desperdício e aumentar a lucratividade, coordenando seus esforços em todos os canais.

Finalmente

No geral, embora os métodos omnichannel e multicanal possam ser bem-sucedidos em alcançar os clientes, o omnichannel costuma ser a opção preferível, pois oferece uma experiência mais suave e consistente e ajuda as empresas a estreitar os laços com seus clientes.

As empresas podem criar uma experiência de consumo mais individualizada e integrada que aumentará o engajamento e a lealdade usando uma estratégia omnichannel.

Por: Stênio Oliveira VER MAIS
Data Warehouse: Qual a importância pra a tomada de decisão?
Melhorar a análise de dados, facilitar a tomada de decisões estratégicas e potencializar projetos de BI. Tudo o que você precisa saber sobre Data Warehouse

Muito tem se falado sobre dados ultimamente e sobre como eles são valiosos para as organizações. 
O que pouco se sabe é sobre as formas em que eles são armazenados, estruturados e organizados para que os profissionais possam realizar uma análise de dados efetiva. 

O que é Data Warehouse?

É uma das tecnologias mais importantes para soluções em Business Intelligence. É um depósito de dados capaz de organizar, harmonizar e armazenar um grande volume de informações.
Esse depósito possibilita a criação ou a organização de relatórios por meio de históricos, podendo auxiliar na leitura de dados e no surgimento de insights. Ele pode atuar junto ao BI para facilitar a tomada de decisão. 
O Data Warehouse (DW) consiste em alimentar relatórios e funções analíticas, e centralizar todos os dados existentes para facilitar a consulta de quem irá analisá-los. Dessa forma, as empresas poderão converter dados em insights estratégicos.
Esses dados podem ser extraídos de várias fontes, como planilhas ou CRM’s, e em vários formatos, como Banco de Dados (SQL), CSV, TXT, e muitos outros. Depois de extraídos das fontes, as informações coletadas são inseridas em um espaço voltado para processos de qualidade e padronização de dados. 
Dessa forma, todas as informações essenciais ficam armazenadas em um só lugar adaptado para facilitar a consulta. Se for estruturado junto ao sistema de Business Intelligence, as vantagens de um data warehouse podem ser potencializadas. Isso acontece porque o DW possibilita o armazenamento e o cruzamento de informações entre diferentes sistemas e departamentos. 

O que um Data Warehouse pode incluir?

  • Um banco de dados para armazenar e gerenciar dados;
  • Soluções de extração, carregamento e transformação (ELT);
  • Aplicações analíticas sofisticadas;
  • Análise estatística, relatórios e recursos de mineração de dados, e muito mais.

Qual a importância para a tomada de decisão? 

Um Data Warehouse pode abrigar vários bancos de dados, que organizam esses dados em tabelas e colunas podendo ser separadas em pastas. Nestes locais, os profissionais podem definir descrição para os dados, segmentando-os em números inteiros, campo de dados ou sequência. 
Toda essa organização de informações facilita a realização de uma análise de dados mais assertiva. Ferramentas de consulta auxiliam na procura dessas informações que serão acessadas e analisadas.
Os dados são modelados multidimensionalmente -  uma técnica de estrutura de dados otimizada - que serve para conter todo o histórico de acontecimentos com aquela informação em si. Por exemplo, todos os dados de uma venda, especificando data, local e valor da venda, quem vendeu, quem comprou e detalhes sobre o produto. 
O maior objetivo do DW para a tomada de decisão é organizar dados e estruturá-los para facilitar a tomada de decisão. Isso faz com que gestores e líderes possam agir de forma rápida, estratégica e perspicaz. 

Benefícios de um Data Warehouse

  • Tomada de decisão assertiva;
  • Dados consolidados e organizados;
  • Qualidade, consistência e precisão de dados;
  • Acesso simplificado e facilitado a dados históricos;
  • Dados centralizados;
  • Potencializa projetos de BI, e muito mais. 

Afinal, por que implantar um Data Warehouse?

Em resumo: se você quer uma organização com todos os benefícios que citamos acima, você precisa ter uma análise de dados efetiva. Um Data Warehouse vai facilitar o processo de análise, de organização e de consulta de dados. 
Podendo ser em nuvem ou local, esse sistema vai possibilitar que sua empresa alcance objetivos, satisfazendo clientes, acelerando processos, melhorando a produtividade, já que a equipe não vai trabalhar às cegas devido à organização dos dados. 
Em paralelo a isso, sua empresa economiza tempo e dinheiro. Se você quer saber mais sobre o mundo dos dados, fale com Eduardo Viana, nosso head de BI. Clique aqui para agendar uma reunião com ele. 
Por: Eduardo Viana VER MAIS
O Dilema Code ou No-Code


Ganhou tendência e virou realidade nos últimos anos o desenvolvimento de sistemas e soluções de software sem o uso de uma linguagem de programação tradicional. No meio profissional (formal e informal), se intitulou como No-Code (sem código).

No-Code é, por assim dizer, uma evolução do Low-Code (pouco código), que seria um primeiro movimento evolucionário das técnicas de programação e tecnologias voltadas para o desenvolvimento de sistemas e que tem como objetivo, minimizar o uso, ou não utilizar de forma alguma linguagens de programação de alto nível. Nascendo então, as linguagens de altíssimo nível.

Code Versus No-Code

Fazendo oposição com as tradicionais formas de desenvolvimento que existem há décadas, conhecida alternativamente como Code ou Full-Code (código ou código completo), o No-Code e o Low-Code são, como podemos entender a primeira vista, meios disruptivos de desenvolvimento de sistemas que figuram como soluções práticas, rápidas e muito menos complexas aos olhos de qualquer pessoa que não tenha caminhado pela estrada acadêmica da computação e da análise e desenvolvimento de sistemas. Permitindo que as mesmas consigam concretizar o desenvolvimento de um software a partir da utilização de elementos e componentes gráficos. Já que, os seres humanos são mais afetos a identificação e compreensão das coisas a partir de sinais visuais (imagens) e de áudio (sons) do que a escrita e leitura (textos) existente no ecossistema do Code. Nascendo então, os “Desenvolvedores cidadãos”.

Desenvolvedor cidadão?

O Desenvolvedor cidadão, de forma bem genérica e superficial, é uma pessoa que consegue criar soluções digitais, mesmo não fazendo parte do segmento de TI.

Muitas plataformas de desenvolvimento No-Code e Low-Code foram idealizadas e nasceram com o propósito de proporcionar para os desenvolvedores profissionais ou desenvolvedores entusiastas, a facilidade e rapidez no processo de construção e concretização de um sistema ou software.

Expectativa e realidade se chocam

Em tempos atuais, temos várias e excelentes plataformas dedicadas ao desenvolvimento Low-Code e No-Code. Muitas delas surpreendentemente ricas em recursos visuais/dinâmicos e de integração. No entanto, poucas delas ainda estão distantes de alcançar a tão sonhada possibilidade de construir um sistema completo e livre de dependências a partir de recursos puramente gráficos.


A resposta

A resposta para o dilema Code ou No-Code, leva em consideração diversos fatores que ultrapassam as fronteiras desse artigo. Contudo, prós e contras de cada opção podem ser avaliados minimamente. Sobre os prós de No-Code, podemos dizer que o maior deles é não ter que aprender uma linguagem de programação e os paradigmas de desenvolvimento. Mas, é inevitável ter que aprender sobre como usar a plataforma No-Code. Os contras, menos enaltecidos, parecem não ter muita importância, até nos depararmos com os mesmos em algumas etapas de escolha e uso da plataforma e analisar novamente a arquitetura do sistema desejado. Alguns deles são: custo da solução, aprisionamento e crescimento do sistema. Os dois últimos, de modo geral, impedem significativamente que o sistema evolua ou que seja migrado entre ambientes. Já o Code possui como maior desafio toda a trajetória de aprendizado acadêmico a ser percorrida. Sobretudo, o desafio de aprender uma linguagem de programação, cuja a sintaxe, por mais bem elaborada que seja, leva tempo para ser bem assimilada, exigindo muita prática e experimentações. A velocidade de desenvolvimento e entrega com Code é significativamente mais reduzida em relação ao No-Code. Por outro lado, a visão de desenvolvimento é mais apurada, a liberdade é maior e as possibilidades se ampliam.

Pés no chão

As plataformas e soluções No-Code são, de fato, recursos fantásticos que cumprem o que se espera, guardadas as proporções e complexidade dos desafios de desenvolvimento. E de fato, estão evoluindo surpreendentemente dia após dia. No entanto, devemos levar sempre em consideração o Code como a primeira opção quando se deseja ter liberdade de desenvolvimento e avançar em crescimento e evolução da aplicação criada, independente do sistema ser ou não proprietário. Principalmente, por essa modalidade de desenvolvimento ser mais madura, possuir mais recursos, sustentação, dentre outras particularidades.

Qual utilizar?

Há espaço para todas as modalidades. Identifique e estude o cenário. Analise bem o desafio proposto. Esteja atento a sua capacidade, formação e também a capacidade e formação da equipe em relação as opções de desenvolvimento. Pesquise sobre as ferramentas de desenvolvimento CodeLow-CodeNo-Code disponíveis, suas facilidades, recursos e principalmente limitações. Experimente-as.

Desenvolvedores de sistema profissionais ou desenvolvedores de sistema cidadãos, o mais importante é colocar em prática as suas ideias e projetos. 😉

Por: Stênio Oliveira VER MAIS
Como migrar para a nuvem do jeito certo
Planejamento, aprendizado e responsabilidade são três tópicos base para iniciar o processo de migração para a nuvem.

Toda empresa precisa de recursos que possibilitem uma rotina rápida e acessível às mudanças diárias, e sabemos que isso não é possível se os dados dessa organização estiverem concentrados em um servidor lento, desatualizado e sem elasticidade. A migração de processos para a nuvem é a solução para que qualquer negócio sobreviva em meio às crescentes modificações tecnológicas e imediatistas. 
Pense em uma loja de e-commerce que está a todo vapor na semana de descontos que a empresa promoveu. Devido aos acessos constantes, o site pode apresentar lentidão e dificultar a entrada de novos usuários que desejam visitar ou realizar alguma compra. Com um servidor em nuvem, esse problema se resolveria em apenas um clique, já que a ferramenta oferece mais elasticidade e escalabilidade. 
Mas, então, como migrar os processos organizacionais para a nuvem do jeito certo? De início, vamos te dar a real: é preciso estudar. Sim, ler sobre o processo, conhecer ferramentas e atuar com parceiros tecnológicos confiáveis. 
Continue conosco e entenda tudo sobre essa jornada!  

Como migrar para a nuvem? 

Inicialmente, deve-se tomar uma decisão estratégica para que a empresa possa migrar todos os recursos ou parte deles para a nuvem. Essa decisão deve incluir todos os setores da organização, a fim de compartilhar os motivos, os processos e os objetivos a serem alcançados com a migração.  
Antes de começar, pergunte-se: “Com o  que eu preciso me preocupar antes de migrar para a nuvem?” Quando falamos em nuvem, devemos pensar, automaticamente, em conectividade. Sem conectividade não existe nuvem, principalmente se você tem um data center local e decide realizar a migração. Processos em nuvem permitirão mais segurança, melhor desempenho, agilidade, estabilidade de conexão, redundância de link e elasticidade para todas as atividades organizacionais. 
A gestão do projeto é outra parte vital para a  jornada da nuvem acontecer. Orquestrar as atividades daqueles que estão envolvidos, seja ligado a recurso interno ou externo, é fundamental para que o objetivo e sucesso do projeto seja alcançado. Você pode até conseguir fazer essa migração sem o envolvimento de todo o corpo organizacional, mas no momento em que houver a necessidade de realizar alguma modificação de sistemas na nuvem, por exemplo, surgirão problemas e as equipes não saberão solucionar. 
Alinhar os times para uma gestão efetiva do projeto vai possibilitar mais controle das atividades e a criação de uma linha do tempo que exiba as entregáveis dos projetos em andamento e avalie se elas estão dentro ou fora do prazo. Desse modo, será possível ter um escopo descritivo e uma visão holística de tudo que está sendo aplicado naquele momento. 
Planejamento 
Realizar um planejamento de forma eficiente é a forma para garantir que os processos sejam realizados e entregues nos dias estipulados. Além disso, não será necessário mais investimento em Budget, caso o projeto não seja entregue nas datas alvo. Junto a isso tudo, uma comunicação clara entre equipe e stakeholders sobre as janelas de migração e riscos envolvidos é extremamente importante e só demonstra o papel de liderança existente no projeto. 
Fatores como o encadeamento de atividades são essenciais para compor o planejamento. Isso vai possibilitar a criação de um cronograma e uma linha de atividades do projeto para que as equipes possam ter a realização de atividades alinhadas em ordem. 

Exemplo: 
É necessário a instalação do servidor e ativação do sistema. Essas atividades são feitas por times diferentes. Não será possível ativar o sistema, se antes, o servidor não estiver pronto para uso. A criação de um cronograma e uma linha de atividades vai possibilitar que cada equipe atue alinhadamente para realizar tarefas no período planejado e estimado.
Outro motivo a se considerar é o momento em que a empresa deve migrar os dados para a nuvem. Se a organização decidir realizar a migração durante o pico de faturamento, corre o risco de perder os resultados obtidos, caso aconteça algum problema durante a migração. O planejamento precisa ser realizado envolto disso, considerando os riscos que podem afetar a migração efetiva. 
Além da questão tecnológica, o planejamento está relacionado muito à questão da gestão de negócios, levando em consideração a sazonalidade, criticidade e o contingenciamento. Quer ir pra nuvem? Ótimo! Mas, lembre-se de respeitar cada etapa do processo. 

Aprenda sobre o que for possível
Além de escolher um parceiro tecnológico de referência, que possua capacidade técnicas, ferramentas inovadoras e equipe especializada, você precisa ter conhecimento, mesmo que básico, sobre os processos que incluem a jornada da nuvem. Não adianta ter o parceiro e a plataforma ideais, se não conhecer os métodos corretos para realizar uma implementação efetiva. 
Atualmente, já existem profissionais de TI com habilidades nos processos de migração da nuvem, justamente pela elasticidade e produtividade que o recurso promove para as organizações. Profissionais do tipo são extremamente necessários, já que existem parceiros que disponibilizam o recurso da nuvem com livre acesso. Como assim, Wiser? 
Bom, as empresas vão cobrar pelo que você usou. Se o recurso da nuvem for utilizado a mais do que o contratado, e se isso for tarifado, você será cobrado. Profissionais de TI especialistas que já possuem expertise na área conseguem acompanhar, entender os processos, e garantem que a empresa não tenha surpresa com os custos da nuvem. 
Na Black Friday, organizações deixaram o uso da nuvem sem um limite determinado. O recurso acabou sendo utilizado no mês seguinte, sem a ciência da equipe. O servidor permaneceu ligado por 24h durante 30 dias. No final do mês, veio a surpresa para a equipe: uma conta que gerou custos altos para a organização e o time que aprendeu, da pior forma, que é necessário ter conhecimento prévio sobre a nuvem para conseguir aplicá-la. 
E daí, entende-se a importância de estudar sobre o assunto e, sobre o seu parceiro, para adquirir conhecimento e entender todos os trâmites envoltos da jornada de migração para a nuvem. Não é simplesmente contratar um parceiro e habilitar a nuvem. Exige toda uma preparação da organização para estudar e buscar um parceiro seguro, com know-how e que ofereça um acompanhamento contínuo, deixando todos os detalhes claros para a empresa contratante.  

Conheça os tipos de nuvem: Pública ou privada? 

Indo direto ao ponto:
Nuvem privada - Com exclusividade! Possui os seus recursos computacionais dentro da infraestrutura da própria empresa, como a intranet ou um data center. Permite uma relação próxima entre a empresa fornecedora da solução e o usuário e a visualização da local de onde os dados estão hospedados e em processamento. Os projetos são realizados, geralmente, no formato On Demand (sob demanda), alinhando os recursos computacionais às necessidades do respectivo contratante.
Nuvem pública - Sem exclusividade! Os recursos vão além das dependências de uma empresa. Pertence a empresas mundiais de grande porte e é operada por terceiros, que a fornecem pela internet. Se caracteriza pelo alto poder computacional e de armazenamento com uma infraestrutura compartilhada e  em formato de acesso self-service, ou seja, o colaborador pode fornecer recursos, sem interação humana com o provedor de serviços. São tipos de nuvem pública, pasta de armazenamento de arquivos, serviço de e-mail, hospedagem de sites e muitos outros. 

Vantagens e desvantagens das nuvens públicas e privadas

Em relação à nuvem pública, a nuvem privada possui mais proximidade com o provedor, já que permite um projeto mais oportuno e de maior diálogo, pois o time vai ter mais acesso a especialistas que podem orientar e auxiliar nos processos de pré e pós migração. Além disso, a nuvem privada possui bem mais escalabilidade do que a nuvem pública. 
Já, quando nos referimos à facilidade de migração, sem dúvidas, a nuvem pública é a mais fácil de ser adquirida. Isso se justifica devido ela possuir uma maior disponibilidade de recursos sofisticados, o que facilita os processos. Na nuvem privada, essa disponibilidade de recursos depende do investimento exclusivo, da empresa, na estrutura. 
A diferença principal entre as nuvens privadas e híbridas (aquelas que combina nuvens públicas e privadas) é a possibilidade de manter dados sensíveis e confidenciais guardados em servidores exclusivos, geograficamente escolhidos com precisão e com um controle de acesso mais próximo à TI e da empresa contratante, a fim de possibilitar um acompanhamento mais eficaz e seguro. 
O importante a se preocupar é com a qualidade do serviço oferecido pelo prestador de serviços e com a capacitação da sua equipe para lidar com o monitoramento e proteção contra ameaças. Mesmo que a migração aconteça e os processos sejam transferidos para a nuvem, a equipe interna deve, ainda, continuar atenta e manter as mesmas responsabilidades de antes. A segurança é uma questão que faz com que os modelos de nuvem se aproximem.
Mas, se ainda com as vantagens apresentadas, não for preferível manter os dados em ambientes públicos, mesmo que por uma cultura empresarial ou apenas por questão técnica, nós temos uma nuvem para você. Você pode desenvolver, de forma efetiva, uma nuvem privada e exclusiva pra você. Deixe uma mensagem em nosso WhatsApp para que possamos te explicar como isso é possível. 

Responsabilidade na nuvem, da nuvem e mútua

Agora que você já sabe tudo o que fazer para contratar a nuvem, qual é o próximo passo? Com o que você deve se preocupar agora? 
É importante entender o que é de responsabilidade do servidor, de quem o contratou e está utilizando e qual a responsabilidade mútua, ou seja, dos dois. Ataques e danos externos podem vir por meio do parceiro tecnológico, em casos de nuvem pública, mas também podem vir através da própria organização 
Se seus processos foram migrados para a nuvem com efetividade, excelente! No entanto, isso não significa que você deve achar que todos os seus problemas vão ser resolvidos. Não pode deixar de se preocupar com backup, por exemplo. Você precisa avaliar e entender se o seu parceiro está fornecendo o serviço, como o backup, ou se isso é, apenas, de responsabilidade sua. 
O diagrama abaixo ilustra as áreas de responsabilidade entre você e a Nuvem, basicamente como é praticado no mercado, de acordo com o tipo de implantação da pilha. 

Quando você migra para uma nuvem pública, ou só avalia a possibilidade de migrar, é importante que você entenda o modelo de responsabilidade compartilhada, como também as responsabilidades de segurança que serão tratadas pelo provedor ou datacenter de nuvem e as responsabilidades que serão tratadas pela organização contratante e seu time de TI. 
As responsabilidades do trabalho, que a nuvem está realizando, vão depender se a carga de atividade está hospedada no SaaS, um software como serviço, no PaaS, plataforma como serviço, IaaS, a infraestrutura como serviço ou se está hospedado em um datacenter local. 
Já com um datacenter local e com a proximidade do servidor, o time de acompanhamento terá a propriedade e a responsabilidade de uma pilha inteira. À medida em que a migração para a nuvem é realizada, algumas responsabilidades são transferidas para o provedor ou datacenter, mas longe de todo o escopo de proteção. 
Então, por isso falamos acima sobre a escolha do parceiro ideal. Um parceiro que te faça entender cada detalhe do contrato, evidenciando o que será oferecido e o que não será oferecido, e ainda, contando com os riscos que estão envolvidos na ausência de alguns serviços necessários, como o backup. 
Esperamos que esse material tenha sido esclarecedor e útil para você, e que possa te auxiliar no processo de migração para a nuvem. De acordo com a pesquisa da SAS Brasil, empresa de inteligência, 80% das empresas brasileiras têm planos de migrar para a nuvem. A porcentagem é alta e o índice de conhecimento também deve ser. 
A Wiser é o seu parceiro tecnológico completo!  Entre na jornada para a nuvem com a gente. 
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Por: Jony do Vale VER MAIS
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