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Agentes Digitais: Como funcionam e 10 vantagens de utilizá-los no atendimento da sua empresa
Agentes digitais, também conhecidos como agentes virtuais, são programas projetados para executar tarefas específicas de forma automatizada e autônoma, muitas vezes imitando o comportamento humano em certos aspectos. 
São usados em uma variedade de aplicações e cenários para simplificar processos, melhorar a eficiência e realizar tarefas que, de outra forma, exigiram intervenção humana. 
Os agentes digitais desempenham um papel fundamental na modernização dos call centers, tornando-os mais eficientes, acessíveis e capazes de oferecer um atendimento ao cliente de alta qualidade. 
Eles complementam os agentes humanos, permitindo que estes se concentrem em interações mais complexas e personalizadas, enquanto as tarefas repetitivas e rotineiras são gerenciadas de forma eficiente pelos agentes digitais.

Como os agentes digitais funcionam?
Funcionam com o disparo de ligações automáticas por meio do reconhecimento de voz. O agente digital é programado para atender demandas comuns e solucioná-las de maneira mais rápida e efetiva. 
O robô consegue criar diálogos por meio de scripts, responder a perguntas, fornecer informações e realizar procedimentos solicitados, como o envio de boletos para pagamento, no caso de call centers de cobrança. Alguns são projetados para interagir com usuários ou outros sistemas. Isso pode ser feito por meio de interfaces de chat, e-mail, notificações ou até mesmo comandos de voz. 
Os agentes digitais são programados para coletar dados de diversas fontes realizando uma coleta de maneira sistemática e contínua, garantindo a disponibilidade de informações atualizadas. Uma vez que os dados são coletados, os agentes digitais podem processá-los usando algoritmos e regras predefinidas. 
Eles são capazes de tomar decisões com base nesses dados, executando ações específicas, como enviar alertas, realizar cálculos ou iniciar processos automatizados.

Vantagens de utilizar agente digital no atendimento

1. Disponibilidade 24/7

Agentes digitais, como chatbots e assistentes virtuais, estão disponíveis o tempo todo, o que significa que os clientes podem obter ajuda ou informações a qualquer momento, mesmo fora do horário de expediente.

2. Redução de custos

Agentes digitais podem lidar com um grande volume de consultas de clientes de forma eficiente, reduzindo a necessidade de contratar e treinar um grande número de agentes humanos. Isso leva a economias significativas de custos em longo prazo.

3. Respostas imediatas

Agentes digitais podem fornecer respostas instantâneas às perguntas dos clientes, melhorando a experiência do cliente ao eliminar tempos de espera prolongados.

4. Escala facilitada

À medida que o tráfego de consultas aumenta, os agentes digitais podem escalar facilmente para lidar com a demanda, sem a necessidade de contratar e treinar mais agentes humanos.

5. Análise de dados

Agentes digitais podem coletar dados valiosos sobre as interações dos clientes, permitindo que as empresas identifiquem tendências, melhorem seus serviços e personalizem as experiências dos clientes com base nas informações coletadas.

6. Triagem e roteamento inteligentes

Agentes digitais podem criar e rotear chamadas e consultas para agentes humanos quando a intervenção humana é necessária, economizando tempo e melhorando a eficiência.

7. Experiência omnichannel

Agentes digitais podem ser integrados em vários canais de atendimento, como chat, email, redes sociais e voz, oferecendo uma experiência omnichannel consistente para os clientes.

8. Redução de erros

Ao automatizar tarefas, agentes digitais minimizam erros humanos, como inserção incorreta de informações ou esquecimento de etapas importantes.

9. Treinamento e aprimoramento contínuo

Agentes digitais podem ser treinados e atualizados rapidamente para melhorar seu desempenho e precisão.

10. Atendimento a demandas emergenciais

Em situações de pico de demanda ou crises, os agentes digitais podem atender a um grande número de consultas rapidamente, ajudando a empresa a lidar com situações excepcionais.

Como contratar essa solução digital? 

Os agentes digitais são aplicados em uma variedade de cenários, desde chatbots em atendimento ao cliente até assistentes virtuais em dispositivos domésticos inteligentes. Eles são fundamentais para automatizar tarefas repetitivas, melhorar a precisão, acelerar processos e permitir que as organizações atendam às demandas crescentes por serviços digitais eficientes.
Agentes digitais oferecem diversas vantagens para os call centers e empresas que buscam melhorar o atendimento ao cliente e otimizar suas operações. Para desenvolver e implementar agentes digitais eficazes, é essencial uma compreensão profunda das necessidades do negócio, bem como das tecnologias de IA, aprendizado de máquina e processamento de linguagem natural. 
Com base nisso, é importante entender a necessidade de trabalhar com um parceiro tecnológico que possua profissionais especialistas para compreender a necessidade do negócio e auxiliar na escolha do tipo de agente digital. 
Aqui na Wiser, você encontra uma equipe técnica capacitada que entende a importância dos agentes digitais para otimizar o atendimento ao cliente e impulsionar a eficiência operacional. Fale conosco clicando aqui ou envie um email para solucao@wisertecnologia.com.br e saiba mais sobre essa solução digital. 
 
Por: Bruna Ramos VER MAIS
Redes Neurais Artificiais

2023 está sendo considerado por muitos como o ano da Inteligência Artificial. Isso se deve ao fato de muitas tecnologias que estavam em desenvolvimento, evolução e teste, passarem a fazer ainda mais parte do nosso cotidiano, a exemplo do tão falado e espetacular ChatGPT.

A base de tudo isso parte de um princípio muito simples, mas ao mesmo tempo muito complexo. O aprendizado. Aprender, para os seres humanos, exige muito mais do que imaginamos e ao mesmo tempo, na prática, nos parece algo simples.

Falar sobre Inteligência Artificial significa que devemos falar também sobre "neurônios artificiais".

Redes Neurais Artificiais

As Redes Neurais Artificiais (RNAs), também conhecidas como ANNs (Artificial Neural Networks), são um subconjunto da Inteligência Artificial (IA) que simula a anatomia e a fisiologia do cérebro humano para realizar tarefas desafiadoras, incluindo tomada de decisões, processamento de linguagem natural e identificação de imagens.

Os neurônios artificiais (perceptrons), os nós interconectados que compõem as redes neurais, processam e enviam dados à medida que as camadas da rede são construídas. A rede pode ser ensinada a reconhecer padrões e fazer previsões precisas alterando a força das conexões entre os neurônios.


Modelo de Neurônio Artificial - Perceptron


Modelo de Rede Neural - Perceptrons

Aprendizado

A capacidade das RNAs de aprender e se ajustar a novas informações é uma de suas principais características. Para aumentar sua precisão e desempenho ao longo do tempo, as RNAs podem ser treinadas usando uma variedade de técnicas, incluindo aprendizado supervisionado, não supervisionado e por reforço.

Processamento de linguagem natural, carros sem motorista, reconhecimento de imagem e fala e outros campos fizeram uso de ANNs (Artificial Neural Networks).

Paralelismo

As RNAs também têm o benefício do processamento paralelo, o que lhes permite processar enormes volumes de dados de uma só vez. Com a ajuda de ANNs, empresas e organizações podem prever o futuro e produzir previsões com base na análise de dados.

As RNAs têm inúmeros benefícios, mas também apresentam várias desvantagens, como a necessidade de muitos dados de treinamento, o perigo de overfitting e o desafio de entender como eles tomam decisões.

Alguns Tipos

Uma variedade popular de RNAs é a rede neural feedforward, que possui uma camada de entrada, uma ou mais camadas ocultas e uma camada de saída. Tarefas de classificação, regressão e reconhecimento de padrões são realizadas usando redes feedforward. A rede neural recorrente é um tipo adicional de RNAs que suporta loops de feedback e pode ser aplicada a projetos como modelagem de linguagem e previsão de séries temporais.
Função

A função de ativação, que baseia a saída de um nó em sua entrada, é uma parte crucial das RNAs. As funções sigmoid, ReLU (Rectified Linear Unit) e tanh são funções de ativação populares. As RNAs também podem modificar os pesos e vieses dos nós durante o treinamento usando vários métodos de otimização, como descida de gradiente estocástico.

Programação

Python é uma linguagem de programação popular para criar e treinar RNAs, e bibliotecas como TensorFlow e PyTorch oferecem recursos eficazes para criar redes complexas. Um número crescente de desenvolvedores de RNAs está usando JavaScript, graças a estruturas como TensorFlow.js e Brain.js, para criar Redes Neurais Artificiais que podem ser executadas diretamente no navegador.

Códigos

Vejamos logo abaixo como construir uma rede neural artificial utilizando as linguagens de programação Python e JavaScript.

Python

import tensorflow as t
import numpy as np

# Dados para treinamento
x_train = np.array([[0, 0], [0, 1], [1, 0], [1, 1]])
y_train = np.array([[0], [1], [1], [0]])

# Arquiterura da rede neural
model = tf.keras.Sequential([
  tf.keras.layers.Dense(4, activation='sigmoid', input_shape=(2,)),
  tf.keras.layers.Dense(1, activation='sigmoid')
])

# Modelo com perda e otimização
model.compile(optimizer='adam',
              loss=tf.keras.losses.BinaryCrossentropy(),
              metrics=['accuracy'])

# Treine o modelo
model.fit(x_train, y_train, epochs=1000)

# Teste o modelo com novos dados
x_test = np.array([[0, 0], [0, 1], [1, 0], [1, 1]])
y_test = np.array([[0], [1], [1], [1]])
test_loss, test_acc = model.evaluate(x_test, y_test, verbose=2)
print('Precisão:', test_acc)

 

JavaScript

import * as tf from '@tensorflow/tfjs'

// Dados para treinamento
const xTrain = tf.tensor2d([[0, 0], [0, 1], [1, 0], [1, 1]]);
const yTrain = tf.tensor2d([[0], [1], [1], [0]]);

// Arquiterura da rede neural
const model = tf.sequential();
model.add(tf.layers.dense({units: 4, activation: 'sigmoid', inputShape: [2]}));
model.add(tf.layers.dense({units: 1, activation: 'sigmoid'}));

// Modelo com perdas e otimização
model.compile({optimizer: tf.train.adam(), loss: 'binaryCrossentropy', metrics: ['accuracy']});

// Treine o modelo
await model.fit(xTrain, yTrain, {epochs: 1000});

// Teste o modelo com novos  
const xTest = tf.tensor2d([[0, 0], [0, 1], [1, 0], [1, 1]]);
const yTest = tf.tensor2d([[0], [1], [1], [1]]);
const [testLoss, testAcc] = await model.evaluate(xTest, yTest);

 

Apresentei neste artigo a "pontinha do iceberg" com relação ao assunto redes neurais artificiais. Há muito mais a saber e conhecer sobre esse fabuloso tema.

Estude e coloque em prática as suas ideias e projetos. 😉

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Por: Stênio Oliveira VER MAIS
4 ferramentas de ETL para você utilizar
Se você leu o artigo passado, sabe que escrevi um pouco sobre a importância que o ETL tem para o Business Intelligence.
O artigo de hoje será um complemento! Vou mostrar pra você 4 ferramentas de ETL que, com certeza, irão te ajudar.
Algumas dessas ferramentas são pagas, já outras open source, mas todas, de alguma forma, podem te auxiliar no processamento dos seus dados, como também na automação dos seus processos.
A seguir, você vai conhecer e saber um pouco mais sobre ferramentas de ETL para você utilizar.
  1. Alteryx

A ferramenta Alteryx é uma das principais ferramentas do mercado especializadas em unificar bases, automação de processos e ciência de dados.
Ela foi projetada para colocar a automação nas mãos de todos os profissionais de dados. Possui centenas de componentes e conexão com praticamente todas as fontes de dados, estruturados ou não.
Com um sistema de arrasta e solta, os processos são criados de forma fácil e sem complicação.
A ferramenta Alteryx é paga no formato de licenciamento anual. Em termos de comunidade, os nossos BRs estão crescendo cada vez mais em documentação, treinamentos e dicas.
  1. Pentaho Data Integration (PDI)

A ferramenta PDI, também chamada de Spoon, possui interface gráfica para construção dos fluxos.
É formada por duas categorias de artefatos:
Transformações que registra o passo-a-passo de como a extração ou leitura de uma fonte de informação é realizada;
Jobs realizam operações completas, uma por uma, ao contrário de uma transformação que opera sobre as linhas de dados em paralelo.
Parecida com o Alteryx em termos de arrastar e soltar, o PDI pode ser uma boa aliada no processo, porém a necessidade de encontrar os plugins para conectar nas fontes de dados pode dificultar as construções de fluxos.
O PDI é uma ferramenta open source e não há cobrança para utilização. Encontra-se muito conteúdo BR disponível na rede.
  1. Knime

É uma plataforma de programação visual de código aberto (open source). Com ela, é possível integrar várias fontes de dados e realizar todos os tratamentos necessários para preparar as bases de dados em informação.
Como as outras ferramentas, Knime também permite a criação de automações que garantem maior controle e agilidade nos tratamentos de dados da sua empresa.
Sobre ela, existem muitos treinamentos, documentação e dicas em português e inglês disponíveis na internet.
  1. Apache Hop

Hop é uma plataforma de integração de dados de código aberto totalmente nova, fácil de usar, rápida e flexível.
O desenvolvimento visual permite que os desenvolvedores sejam mais produtivos do que por meio da utilização de códigos.
Existem alguns conteúdos em português, mas a maioria das documentações e treinamentos estão em inglês.
Leitor, espero você nosso próximo artigo sobre BI.
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Por: Eduardo Viana VER MAIS
A Importância do Desenvolvimento de Software na Era Digital

Na era digital, o desenvolvimento de software é um dos principais facilitadores da transformação digital.

A Transformação Digital no desenvolvimento de software

A transformação digital certamente revolucionou a forma como as empresas realizam o desenvolvimento de software, como conduzem as suas operações e agregam valor aos seus clientes, produtos e serviços.

Arrisco dizer que, hoje, praticamente todos os principais setores de quaisquer ramos de negócios utilizam soluções digitais.

As empresas cada vez mais procuram maneiras de se modernizar e melhor utilizar a tecnologia. Porém, embora as empresas estejam adotando uma maneira digital de fazer as coisas, as ambições permanecem as mesmas: manter-se competitivo, valorar o cliente, dinamizar o mercado a seu favor e manter as metas de lucratividade.

Logo, a transformação digital pode parecer assustadora para quaisquer organizações. Logo, é preciso adotar uma estratégia certa para se alcançar uma transformação digital de forma rápida e eficaz.

Unir diferentes forças e concentrar esforços em objetivos tangíveis é um caminho aceitável.


O Desenvolvimento de Software

Uma área que impacta significativamente no processo de transformação digital é o desenvolvimento de software. Pois estará sempre à frente do processo de transformação de uma empresa, quer seja na adoção de novas tecnologias ou na atualização das tecnologias já existentes. 

O processo de desenvolvimento de software proporciona um impulso significativo em relação a mudança digital de uma empresa, pois pode forçar otimizações com a estrutura de desenvolvimento na prática. Indo mais além, pode ajudar a automatizar processos, melhorar a comunicação e a colaboração. Permitindo que os dados sejam mais acessíveis e fáceis de usar. O desenvolvimento de software acelera a eficácia de uma transição digital que uma empresa empreende.

No últimos anos, o cenário de desenvolvimento de software mudou muito, graças ao aumento da transformação digital. O resultado? O que antes era um processo isolado e linear agora é muito mais dinâmico e interligado. 

Os desenvolvedores passaram a encarar um fluxo constante de novas tecnologias e ferramentas, além do desafio de trabalhar em um ambiente de constante mudança. O período de Pandemia colaborou com a mudança de ambiente e modos de trabalho ao redor do mundo, sobretudo em atividades ligadas a tecnologia.

Vice e Versa

A transformação digital também beneficiou significativamente o processo de desenvolvimento de software. Capacitou os desenvolvedores a criar aplicativos mais fáceis de se usar e mais eficientes. Possibilitou também a implantação de atualizações de softwares com mais rapidez e eficiência. 

A transformação digital se tornará cada vez mais crítica à medida que o cenário de desenvolvimento de software continuar a evoluir.

O desenvolvimento de software, quando bem feito, pode ser uma ferramenta muito poderosa para impulsionar a transformação digital.  

Qual é o caminho?

Alcançar uma transformação digital bem-sucedida, exige que as empresas compreendam claramente as suas metas e objetivos. 

É importante saber a resposta para: O que está se tentando alcançar com a transformação digital e por que essa mudança é necessária?

O impacto da transformação digital em sua organização pode ocorrer nas seguintes categorias: Processos de Negócios, Modelo de Negócios e Mudança Cultural.


Relacionamento Forte entre transformação digital e o desenvolvimento de software

A relação entre a transformação digital e o desenvolvimento de software é muito significativa. O desenvolvimento de software é a mola mestra da transformação digital e, sem o uso de tecnologias e produtos de software inovadores, a transformação digital seria incerta. A transformação digital teve um impacto significativo na indústria e na força de trabalho de desenvolvimento de software. Automatizar tarefas tradicionalmente realizadas de forma manual, permite que os desenvolvedores de software trabalhem com mais eficiência e eficácia. 

A transformação digital possibilita também que desenvolvedores de software trabalhem remotamente, principalmente durante o período da pandemia. Os desenvolvedores ficaram mais flexíveis com seus horários de trabalho, permitindo ainda que trabalhem com uma variedade maior de clientes.

O desenvolvimento de software é fundamental para permitir que as organizações acompanhem as mudanças em um mundo digital acelerado. Por sua própria natureza, o desenvolvimento de software é um processo iterativo, em constante evolução em resposta a novos desafios e oportunidades. 

Como tal, é adequado para impulsionar a transformação digital. Por meio do desenvolvimento de software, as organizações podem melhorar continuamente seus processos e sistemas, tornando-os mais ágeis e responsivos às mudanças. 

Gira Mundo

O desenvolvimento de software tem sido e será um impulsionador crítico da transformação digital, à medida que o mundo continua a mudar em um ritmo cada vez maior. E, como o software é usado em mais e mais produtos e serviços para expandir a funcionalidade e atualizar as infraestruturas existentes, a qualidade do desenvolvimento de software está se tornando crucial. 

Logo, os produtos de software existentes afetaram diretamente o sucesso financeiro de diferentes empresas.

Contudo, apenas construir software não é suficiente para se manter competitivo. 

É importante observar que, aplicativos de software que fornecem experiências de usuário únicas e intuitivas, podem ajudar a distanciar a concorrência e fidelizar cada vez mais a sua base de consumidores.

Experiência do Cliente

Conclusivamente, desenvolver software com qualidade tendo a experiência do cliente em mente, tornou-se um aspecto fundamental da maturidade dos negócios neste mundo em transformação digital.

 

Por: Stênio Oliveira VER MAIS
O Dilema Code ou No-Code


Ganhou tendência e virou realidade nos últimos anos o desenvolvimento de sistemas e soluções de software sem o uso de uma linguagem de programação tradicional. No meio profissional (formal e informal), se intitulou como No-Code (sem código).

No-Code é, por assim dizer, uma evolução do Low-Code (pouco código), que seria um primeiro movimento evolucionário das técnicas de programação e tecnologias voltadas para o desenvolvimento de sistemas e que tem como objetivo, minimizar o uso, ou não utilizar de forma alguma linguagens de programação de alto nível. Nascendo então, as linguagens de altíssimo nível.

Code Versus No-Code

Fazendo oposição com as tradicionais formas de desenvolvimento que existem há décadas, conhecida alternativamente como Code ou Full-Code (código ou código completo), o No-Code e o Low-Code são, como podemos entender a primeira vista, meios disruptivos de desenvolvimento de sistemas que figuram como soluções práticas, rápidas e muito menos complexas aos olhos de qualquer pessoa que não tenha caminhado pela estrada acadêmica da computação e da análise e desenvolvimento de sistemas. Permitindo que as mesmas consigam concretizar o desenvolvimento de um software a partir da utilização de elementos e componentes gráficos. Já que, os seres humanos são mais afetos a identificação e compreensão das coisas a partir de sinais visuais (imagens) e de áudio (sons) do que a escrita e leitura (textos) existente no ecossistema do Code. Nascendo então, os “Desenvolvedores cidadãos”.

Desenvolvedor cidadão?

O Desenvolvedor cidadão, de forma bem genérica e superficial, é uma pessoa que consegue criar soluções digitais, mesmo não fazendo parte do segmento de TI.

Muitas plataformas de desenvolvimento No-Code e Low-Code foram idealizadas e nasceram com o propósito de proporcionar para os desenvolvedores profissionais ou desenvolvedores entusiastas, a facilidade e rapidez no processo de construção e concretização de um sistema ou software.

Expectativa e realidade se chocam

Em tempos atuais, temos várias e excelentes plataformas dedicadas ao desenvolvimento Low-Code e No-Code. Muitas delas surpreendentemente ricas em recursos visuais/dinâmicos e de integração. No entanto, poucas delas ainda estão distantes de alcançar a tão sonhada possibilidade de construir um sistema completo e livre de dependências a partir de recursos puramente gráficos.


A resposta

A resposta para o dilema Code ou No-Code, leva em consideração diversos fatores que ultrapassam as fronteiras desse artigo. Contudo, prós e contras de cada opção podem ser avaliados minimamente. Sobre os prós de No-Code, podemos dizer que o maior deles é não ter que aprender uma linguagem de programação e os paradigmas de desenvolvimento. Mas, é inevitável ter que aprender sobre como usar a plataforma No-Code. Os contras, menos enaltecidos, parecem não ter muita importância, até nos depararmos com os mesmos em algumas etapas de escolha e uso da plataforma e analisar novamente a arquitetura do sistema desejado. Alguns deles são: custo da solução, aprisionamento e crescimento do sistema. Os dois últimos, de modo geral, impedem significativamente que o sistema evolua ou que seja migrado entre ambientes. Já o Code possui como maior desafio toda a trajetória de aprendizado acadêmico a ser percorrida. Sobretudo, o desafio de aprender uma linguagem de programação, cuja a sintaxe, por mais bem elaborada que seja, leva tempo para ser bem assimilada, exigindo muita prática e experimentações. A velocidade de desenvolvimento e entrega com Code é significativamente mais reduzida em relação ao No-Code. Por outro lado, a visão de desenvolvimento é mais apurada, a liberdade é maior e as possibilidades se ampliam.

Pés no chão

As plataformas e soluções No-Code são, de fato, recursos fantásticos que cumprem o que se espera, guardadas as proporções e complexidade dos desafios de desenvolvimento. E de fato, estão evoluindo surpreendentemente dia após dia. No entanto, devemos levar sempre em consideração o Code como a primeira opção quando se deseja ter liberdade de desenvolvimento e avançar em crescimento e evolução da aplicação criada, independente do sistema ser ou não proprietário. Principalmente, por essa modalidade de desenvolvimento ser mais madura, possuir mais recursos, sustentação, dentre outras particularidades.

Qual utilizar?

Há espaço para todas as modalidades. Identifique e estude o cenário. Analise bem o desafio proposto. Esteja atento a sua capacidade, formação e também a capacidade e formação da equipe em relação as opções de desenvolvimento. Pesquise sobre as ferramentas de desenvolvimento CodeLow-CodeNo-Code disponíveis, suas facilidades, recursos e principalmente limitações. Experimente-as.

Desenvolvedores de sistema profissionais ou desenvolvedores de sistema cidadãos, o mais importante é colocar em prática as suas ideias e projetos. 😉

Por: Stênio Oliveira VER MAIS
O Desafio da Automação em TI
Muitas empresas estão despertando para a experimentação de uma ruptura generalizada na escalada da inovação moderna. O combustível para isso são os clientes digitalmente conectados e cada vez mais exigentes. Novas tendências e novas tecnologias pressionam as empresas a serem mais competitivas. Na contra-mão do desejo de inovar, a compreensão sobre o que é TI torna-se um grande inibidor. 

TI é complexo. 
O processo de modernização da TI proporciona meios e maneiras mais inteligentes para se fazer negócios. Porém, as arquiteturas de TI, de modo geral, são alicerçadas sob diversas plataformas complexas de tecnologias. Há um grande esforço das organizações empregado em implantar uma infraestrutura moderna devido a manutenção, o custo e a dificuldade em gerir os sistemas já existentes. Além disso, há um desgaste e sobrecarga das equipes de TI devido ao ritmo acelerado em detrimento da necessidade de inovar. Logo, é notório o cenário exigente de movimentação mais rápida, gerenciamento de ambientes cada vez mais complexos e uma desaceleração de novos desenvolvimentos, estudos e apostas em outras tecnologias. 

A automação pode nos ajudar. 
Não importa o quão complexo é o seu ambiente de TI ou em que momento da jornada de modernização a sua TI se encontra. Estratégias de automação ajudam a melhorar processos que já existem. Não é segredo para ninguém que, com a automação, é possível economizar tempo, aprimorar o desempenho das equipes, obter aumento de qualidade e minimizar custos dentro da organização. 
Automação é tão somente a utilização de software desenvolvido para executar tarefas com o objetivo de reduzir erros, complexidades e custos. Softwares com esse propósito podem ser encontrados em diversos cenários em uma organização, sobretudo em sistemas de TI, sistemas para tomada de decisão, dentre outros. Em indústrias, softwares de automação podem ser encontrados, por exemplo, nos segmentos de veículos e manufatura. 
O processo de automação de TI trata principalmente de executar repetidas vezes instruções manuais de um profissional de TI ou de outras áreas. Podendo ser uma única tarefa ou grupos de tarefas. Dessa forma, as equipes não ficam sobrecarregadas, mantendo controle e foco em atividades mais estratégicas do que as que são mais repetitivas. O efeito disso é um melhor desempenho das tarefas e uma maior satisfação na execução e resultado do trabalho.  
É possível automatizar qualquer coisa. Desde um dispositivo até softwares já existentes que sejam passíveis de configuração. A automação é um multiplicador de força para uma equipe de TI ou de qualquer outro departamento. E permite tornar o trabalho mais leve e menos repetitivo. 
Desafios da TI com a automação:  

  • Equipes desconectadas ou dessincronizadas usando processos com etapas variadas para resolver problemas comuns.  
  • Falhas e altos custos associados a tarefas de rotina e processos manuais.  
  • Dificuldade em realizar operações em média e larga escala.  
  • Aplicativos e serviços com tempo de retorno lento.  
  • Fluxos de execução de trabalho e operações ineficientes.  
  • Dificuldade para acompanhar a velocidade e aumento das mudanças, demandas e tamanho da infraestrutura. 

A automação pode ajudar na mitigação de questões-chave, tais como:  
  • Redução de custos e riscos em toda infraestrutura por parte dos CIOs.  
  • Controle de todos os aspectos da cadeia de distribuição por parte dos diretores de engenharia garantindo o mesmo nível de serviço.  
  • Necessidade de se obter eficientes formas de avaliar eventos e agilizar processos de remediação por parte dos analistas de segurança.  
  • Necessidade de ferramentas por parte dos administradores de sistemas que ajudem a acompanhar o aumento da escala de infraestrutura.  
  • Necessidade dos arquitetos de TI em se manter uma equipe que trabalhe de forma consistente e rápida em todas as tecnologias. 

O uso de automação já é fato em muitas organizações!

Isso ocorre em algumas operações de TI ou em outros departamentos. Muito embora essas soluções possam acelerar funções específicas, elas não foram dimensionadas para uma diversidade maior de recursos e podem até dificultar o compartilhamento de conhecimento de automação na organização. Além disso, torna-se cada vez mais difícil atualizar e estender esses tipos de automação à medida que as tecnologias evoluem e surgem novos requisitos. 
Uma abordagem abrangente sobre automação na empresa pode nos ajudar a perceber o valor total da mesma no cenário de operações e soluções mais modernas. 
A automação em toda a organização exige mais do que apenas o uso de ferramentas. É importante considerar o envolvimento de pessoas, processos e plataformas.  
  • As pessoas são o ponto central de qualquer empresa. Para adotar automação, todas as equipes devem estar empenhadas em participar.  
  • Os processos movimentam projetos dentro de sua organização do início ao fim.  
  • As Plataformas de Automação fornecem as capacidades para construir, executar, e gerenciar sua automação. 
Logo, a adoção de automação corporativa depende da combinação de uma plataforma, processos e pessoas. 
Sobre plataformas e ferramentas de automação, é importante compreender melhor o propósito e significado de cada uma. 
As plataformas fornecem uma estrutura unificada permitindo que várias pessoas automatizem de forma consistente. Fornecendo os meios para a eficiência, gerenciamento e compartilhamento de conteúdo de automação em uma organização. 
As ferramentas são objetivamente eficazes na automação individual e pontual. Elas não fornecem funcionalidades que permitam a conexão e gerenciamento de recursos necessários para automação a nível empresarial.
O processo de implantação de automação na empresa não acontece de forma instantânea, e automação não é tudo ou nada. é muito importante elaborar uma estratégia de automação que seja sustentável. Elaborar uma estratégia exige avaliação, planejamento e adaptações. 

Elabore a sua estratégia de automação! 

Comece de forma modesta, apresente valores, expanda de forma conservadora e repita o processo. Trabalhe mirando o sucesso incremental em curtos períodos de tempo. Para cada vitória, promova o valor da automação e compartilhe sua experiência em toda a sua organização. Isso estabelece uma boa base para que outros aprendam e aproveitem as suas experiências. Isso resulta na agregação de mais valor. 
A sua jornada de automação pode começar por:  
  • Tarefas manuais.  
  • Tarefas repetitivas ou com muita frequência de execução. 
  • Inventário
Resumidamente, os benefícios que a automação de TI e outros departamentos de uma organização podem proporcionar são:  
  • Aumento da produtividade e da eficiência.  
  • Aumento na velocidade das operações.  
  • Aprimoramento da capacidade de resposta.  
  • Aprimoramento da segurança. 

CONCLUSÃO 

Automatizar a TI ou qualquer departamento em uma empresa é desafiador. Mas, não é impossível. Requer uma boa estratégia, o mapeamento das oportunidades, a escolha de uma plataforma aderente às oportunidades, um processo de implantação organizado e principalmente o envolvimento e comprometimento de todos os que se beneficiarão com os resultados obtidos. 
Por: Stênio Oliveira VER MAIS
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