Exibindo post do mês de: OUTUBRO-2022

O Dilema Code ou No-Code


Ganhou tendência e virou realidade nos últimos anos o desenvolvimento de sistemas e soluções de software sem o uso de uma linguagem de programação tradicional. No meio profissional (formal e informal), se intitulou como No-Code (sem código).

No-Code é, por assim dizer, uma evolução do Low-Code (pouco código), que seria um primeiro movimento evolucionário das técnicas de programação e tecnologias voltadas para o desenvolvimento de sistemas e que tem como objetivo, minimizar o uso, ou não utilizar de forma alguma linguagens de programação de alto nível. Nascendo então, as linguagens de altíssimo nível.

Code Versus No-Code

Fazendo oposição com as tradicionais formas de desenvolvimento que existem há décadas, conhecida alternativamente como Code ou Full-Code (código ou código completo), o No-Code e o Low-Code são, como podemos entender a primeira vista, meios disruptivos de desenvolvimento de sistemas que figuram como soluções práticas, rápidas e muito menos complexas aos olhos de qualquer pessoa que não tenha caminhado pela estrada acadêmica da computação e da análise e desenvolvimento de sistemas. Permitindo que as mesmas consigam concretizar o desenvolvimento de um software a partir da utilização de elementos e componentes gráficos. Já que, os seres humanos são mais afetos a identificação e compreensão das coisas a partir de sinais visuais (imagens) e de áudio (sons) do que a escrita e leitura (textos) existente no ecossistema do Code. Nascendo então, os “Desenvolvedores cidadãos”.

Desenvolvedor cidadão?

O Desenvolvedor cidadão, de forma bem genérica e superficial, é uma pessoa que consegue criar soluções digitais, mesmo não fazendo parte do segmento de TI.

Muitas plataformas de desenvolvimento No-Code e Low-Code foram idealizadas e nasceram com o propósito de proporcionar para os desenvolvedores profissionais ou desenvolvedores entusiastas, a facilidade e rapidez no processo de construção e concretização de um sistema ou software.

Expectativa e realidade se chocam

Em tempos atuais, temos várias e excelentes plataformas dedicadas ao desenvolvimento Low-Code e No-Code. Muitas delas surpreendentemente ricas em recursos visuais/dinâmicos e de integração. No entanto, poucas delas ainda estão distantes de alcançar a tão sonhada possibilidade de construir um sistema completo e livre de dependências a partir de recursos puramente gráficos.


A resposta

A resposta para o dilema Code ou No-Code, leva em consideração diversos fatores que ultrapassam as fronteiras desse artigo. Contudo, prós e contras de cada opção podem ser avaliados minimamente. Sobre os prós de No-Code, podemos dizer que o maior deles é não ter que aprender uma linguagem de programação e os paradigmas de desenvolvimento. Mas, é inevitável ter que aprender sobre como usar a plataforma No-Code. Os contras, menos enaltecidos, parecem não ter muita importância, até nos depararmos com os mesmos em algumas etapas de escolha e uso da plataforma e analisar novamente a arquitetura do sistema desejado. Alguns deles são: custo da solução, aprisionamento e crescimento do sistema. Os dois últimos, de modo geral, impedem significativamente que o sistema evolua ou que seja migrado entre ambientes. Já o Code possui como maior desafio toda a trajetória de aprendizado acadêmico a ser percorrida. Sobretudo, o desafio de aprender uma linguagem de programação, cuja a sintaxe, por mais bem elaborada que seja, leva tempo para ser bem assimilada, exigindo muita prática e experimentações. A velocidade de desenvolvimento e entrega com Code é significativamente mais reduzida em relação ao No-Code. Por outro lado, a visão de desenvolvimento é mais apurada, a liberdade é maior e as possibilidades se ampliam.

Pés no chão

As plataformas e soluções No-Code são, de fato, recursos fantásticos que cumprem o que se espera, guardadas as proporções e complexidade dos desafios de desenvolvimento. E de fato, estão evoluindo surpreendentemente dia após dia. No entanto, devemos levar sempre em consideração o Code como a primeira opção quando se deseja ter liberdade de desenvolvimento e avançar em crescimento e evolução da aplicação criada, independente do sistema ser ou não proprietário. Principalmente, por essa modalidade de desenvolvimento ser mais madura, possuir mais recursos, sustentação, dentre outras particularidades.

Qual utilizar?

Há espaço para todas as modalidades. Identifique e estude o cenário. Analise bem o desafio proposto. Esteja atento a sua capacidade, formação e também a capacidade e formação da equipe em relação as opções de desenvolvimento. Pesquise sobre as ferramentas de desenvolvimento CodeLow-CodeNo-Code disponíveis, suas facilidades, recursos e principalmente limitações. Experimente-as.

Desenvolvedores de sistema profissionais ou desenvolvedores de sistema cidadãos, o mais importante é colocar em prática as suas ideias e projetos. 😉

Por: Stênio Oliveira VER MAIS
Como migrar para a nuvem do jeito certo
Planejamento, aprendizado e responsabilidade são três tópicos base para iniciar o processo de migração para a nuvem.

Toda empresa precisa de recursos que possibilitem uma rotina rápida e acessível às mudanças diárias, e sabemos que isso não é possível se os dados dessa organização estiverem concentrados em um servidor lento, desatualizado e sem elasticidade. A migração de processos para a nuvem é a solução para que qualquer negócio sobreviva em meio às crescentes modificações tecnológicas e imediatistas. 
Pense em uma loja de e-commerce que está a todo vapor na semana de descontos que a empresa promoveu. Devido aos acessos constantes, o site pode apresentar lentidão e dificultar a entrada de novos usuários que desejam visitar ou realizar alguma compra. Com um servidor em nuvem, esse problema se resolveria em apenas um clique, já que a ferramenta oferece mais elasticidade e escalabilidade. 
Mas, então, como migrar os processos organizacionais para a nuvem do jeito certo? De início, vamos te dar a real: é preciso estudar. Sim, ler sobre o processo, conhecer ferramentas e atuar com parceiros tecnológicos confiáveis. 
Continue conosco e entenda tudo sobre essa jornada!  

Como migrar para a nuvem? 

Inicialmente, deve-se tomar uma decisão estratégica para que a empresa possa migrar todos os recursos ou parte deles para a nuvem. Essa decisão deve incluir todos os setores da organização, a fim de compartilhar os motivos, os processos e os objetivos a serem alcançados com a migração.  
Antes de começar, pergunte-se: “Com o  que eu preciso me preocupar antes de migrar para a nuvem?” Quando falamos em nuvem, devemos pensar, automaticamente, em conectividade. Sem conectividade não existe nuvem, principalmente se você tem um data center local e decide realizar a migração. Processos em nuvem permitirão mais segurança, melhor desempenho, agilidade, estabilidade de conexão, redundância de link e elasticidade para todas as atividades organizacionais. 
A gestão do projeto é outra parte vital para a  jornada da nuvem acontecer. Orquestrar as atividades daqueles que estão envolvidos, seja ligado a recurso interno ou externo, é fundamental para que o objetivo e sucesso do projeto seja alcançado. Você pode até conseguir fazer essa migração sem o envolvimento de todo o corpo organizacional, mas no momento em que houver a necessidade de realizar alguma modificação de sistemas na nuvem, por exemplo, surgirão problemas e as equipes não saberão solucionar. 
Alinhar os times para uma gestão efetiva do projeto vai possibilitar mais controle das atividades e a criação de uma linha do tempo que exiba as entregáveis dos projetos em andamento e avalie se elas estão dentro ou fora do prazo. Desse modo, será possível ter um escopo descritivo e uma visão holística de tudo que está sendo aplicado naquele momento. 
Planejamento 
Realizar um planejamento de forma eficiente é a forma para garantir que os processos sejam realizados e entregues nos dias estipulados. Além disso, não será necessário mais investimento em Budget, caso o projeto não seja entregue nas datas alvo. Junto a isso tudo, uma comunicação clara entre equipe e stakeholders sobre as janelas de migração e riscos envolvidos é extremamente importante e só demonstra o papel de liderança existente no projeto. 
Fatores como o encadeamento de atividades são essenciais para compor o planejamento. Isso vai possibilitar a criação de um cronograma e uma linha de atividades do projeto para que as equipes possam ter a realização de atividades alinhadas em ordem. 

Exemplo: 
É necessário a instalação do servidor e ativação do sistema. Essas atividades são feitas por times diferentes. Não será possível ativar o sistema, se antes, o servidor não estiver pronto para uso. A criação de um cronograma e uma linha de atividades vai possibilitar que cada equipe atue alinhadamente para realizar tarefas no período planejado e estimado.
Outro motivo a se considerar é o momento em que a empresa deve migrar os dados para a nuvem. Se a organização decidir realizar a migração durante o pico de faturamento, corre o risco de perder os resultados obtidos, caso aconteça algum problema durante a migração. O planejamento precisa ser realizado envolto disso, considerando os riscos que podem afetar a migração efetiva. 
Além da questão tecnológica, o planejamento está relacionado muito à questão da gestão de negócios, levando em consideração a sazonalidade, criticidade e o contingenciamento. Quer ir pra nuvem? Ótimo! Mas, lembre-se de respeitar cada etapa do processo. 

Aprenda sobre o que for possível
Além de escolher um parceiro tecnológico de referência, que possua capacidade técnicas, ferramentas inovadoras e equipe especializada, você precisa ter conhecimento, mesmo que básico, sobre os processos que incluem a jornada da nuvem. Não adianta ter o parceiro e a plataforma ideais, se não conhecer os métodos corretos para realizar uma implementação efetiva. 
Atualmente, já existem profissionais de TI com habilidades nos processos de migração da nuvem, justamente pela elasticidade e produtividade que o recurso promove para as organizações. Profissionais do tipo são extremamente necessários, já que existem parceiros que disponibilizam o recurso da nuvem com livre acesso. Como assim, Wiser? 
Bom, as empresas vão cobrar pelo que você usou. Se o recurso da nuvem for utilizado a mais do que o contratado, e se isso for tarifado, você será cobrado. Profissionais de TI especialistas que já possuem expertise na área conseguem acompanhar, entender os processos, e garantem que a empresa não tenha surpresa com os custos da nuvem. 
Na Black Friday, organizações deixaram o uso da nuvem sem um limite determinado. O recurso acabou sendo utilizado no mês seguinte, sem a ciência da equipe. O servidor permaneceu ligado por 24h durante 30 dias. No final do mês, veio a surpresa para a equipe: uma conta que gerou custos altos para a organização e o time que aprendeu, da pior forma, que é necessário ter conhecimento prévio sobre a nuvem para conseguir aplicá-la. 
E daí, entende-se a importância de estudar sobre o assunto e, sobre o seu parceiro, para adquirir conhecimento e entender todos os trâmites envoltos da jornada de migração para a nuvem. Não é simplesmente contratar um parceiro e habilitar a nuvem. Exige toda uma preparação da organização para estudar e buscar um parceiro seguro, com know-how e que ofereça um acompanhamento contínuo, deixando todos os detalhes claros para a empresa contratante.  

Conheça os tipos de nuvem: Pública ou privada? 

Indo direto ao ponto:
Nuvem privada - Com exclusividade! Possui os seus recursos computacionais dentro da infraestrutura da própria empresa, como a intranet ou um data center. Permite uma relação próxima entre a empresa fornecedora da solução e o usuário e a visualização da local de onde os dados estão hospedados e em processamento. Os projetos são realizados, geralmente, no formato On Demand (sob demanda), alinhando os recursos computacionais às necessidades do respectivo contratante.
Nuvem pública - Sem exclusividade! Os recursos vão além das dependências de uma empresa. Pertence a empresas mundiais de grande porte e é operada por terceiros, que a fornecem pela internet. Se caracteriza pelo alto poder computacional e de armazenamento com uma infraestrutura compartilhada e  em formato de acesso self-service, ou seja, o colaborador pode fornecer recursos, sem interação humana com o provedor de serviços. São tipos de nuvem pública, pasta de armazenamento de arquivos, serviço de e-mail, hospedagem de sites e muitos outros. 

Vantagens e desvantagens das nuvens públicas e privadas

Em relação à nuvem pública, a nuvem privada possui mais proximidade com o provedor, já que permite um projeto mais oportuno e de maior diálogo, pois o time vai ter mais acesso a especialistas que podem orientar e auxiliar nos processos de pré e pós migração. Além disso, a nuvem privada possui bem mais escalabilidade do que a nuvem pública. 
Já, quando nos referimos à facilidade de migração, sem dúvidas, a nuvem pública é a mais fácil de ser adquirida. Isso se justifica devido ela possuir uma maior disponibilidade de recursos sofisticados, o que facilita os processos. Na nuvem privada, essa disponibilidade de recursos depende do investimento exclusivo, da empresa, na estrutura. 
A diferença principal entre as nuvens privadas e híbridas (aquelas que combina nuvens públicas e privadas) é a possibilidade de manter dados sensíveis e confidenciais guardados em servidores exclusivos, geograficamente escolhidos com precisão e com um controle de acesso mais próximo à TI e da empresa contratante, a fim de possibilitar um acompanhamento mais eficaz e seguro. 
O importante a se preocupar é com a qualidade do serviço oferecido pelo prestador de serviços e com a capacitação da sua equipe para lidar com o monitoramento e proteção contra ameaças. Mesmo que a migração aconteça e os processos sejam transferidos para a nuvem, a equipe interna deve, ainda, continuar atenta e manter as mesmas responsabilidades de antes. A segurança é uma questão que faz com que os modelos de nuvem se aproximem.
Mas, se ainda com as vantagens apresentadas, não for preferível manter os dados em ambientes públicos, mesmo que por uma cultura empresarial ou apenas por questão técnica, nós temos uma nuvem para você. Você pode desenvolver, de forma efetiva, uma nuvem privada e exclusiva pra você. Deixe uma mensagem em nosso WhatsApp para que possamos te explicar como isso é possível. 

Responsabilidade na nuvem, da nuvem e mútua

Agora que você já sabe tudo o que fazer para contratar a nuvem, qual é o próximo passo? Com o que você deve se preocupar agora? 
É importante entender o que é de responsabilidade do servidor, de quem o contratou e está utilizando e qual a responsabilidade mútua, ou seja, dos dois. Ataques e danos externos podem vir por meio do parceiro tecnológico, em casos de nuvem pública, mas também podem vir através da própria organização 
Se seus processos foram migrados para a nuvem com efetividade, excelente! No entanto, isso não significa que você deve achar que todos os seus problemas vão ser resolvidos. Não pode deixar de se preocupar com backup, por exemplo. Você precisa avaliar e entender se o seu parceiro está fornecendo o serviço, como o backup, ou se isso é, apenas, de responsabilidade sua. 
O diagrama abaixo ilustra as áreas de responsabilidade entre você e a Nuvem, basicamente como é praticado no mercado, de acordo com o tipo de implantação da pilha. 

Quando você migra para uma nuvem pública, ou só avalia a possibilidade de migrar, é importante que você entenda o modelo de responsabilidade compartilhada, como também as responsabilidades de segurança que serão tratadas pelo provedor ou datacenter de nuvem e as responsabilidades que serão tratadas pela organização contratante e seu time de TI. 
As responsabilidades do trabalho, que a nuvem está realizando, vão depender se a carga de atividade está hospedada no SaaS, um software como serviço, no PaaS, plataforma como serviço, IaaS, a infraestrutura como serviço ou se está hospedado em um datacenter local. 
Já com um datacenter local e com a proximidade do servidor, o time de acompanhamento terá a propriedade e a responsabilidade de uma pilha inteira. À medida em que a migração para a nuvem é realizada, algumas responsabilidades são transferidas para o provedor ou datacenter, mas longe de todo o escopo de proteção. 
Então, por isso falamos acima sobre a escolha do parceiro ideal. Um parceiro que te faça entender cada detalhe do contrato, evidenciando o que será oferecido e o que não será oferecido, e ainda, contando com os riscos que estão envolvidos na ausência de alguns serviços necessários, como o backup. 
Esperamos que esse material tenha sido esclarecedor e útil para você, e que possa te auxiliar no processo de migração para a nuvem. De acordo com a pesquisa da SAS Brasil, empresa de inteligência, 80% das empresas brasileiras têm planos de migrar para a nuvem. A porcentagem é alta e o índice de conhecimento também deve ser. 
A Wiser é o seu parceiro tecnológico completo!  Entre na jornada para a nuvem com a gente. 
Agende uma reunião, faça seu orçamento e migre seus processos para a nuvem clicando aqui. 
 
Por: Jony do Vale VER MAIS
5 formas de deixar sua empresa mais segura
Para deixar sua empresa mais segura é preciso que se adote métodos preventivos como a consciência corporativa, antivírus, licenças de uso e o sistemas atualizados, cloud computing e análises de vulnerabilidade

 
É fato que hoje nós somos seres digitais impulsionados pela inovação e necessidade tecnológica. E como tudo na vida, o ambiente digital também precisa de um cuidado especial, que o mantenha protegido e em perfeito funcionamento. A chave para essa vitalidade é a segurança da informação, essencial para indivíduos e empresas, sejam elas de pequeno, médio ou grande porte. 
Casos de ataques a ambientes digitais corporativos são crescentes no país. O levantamento da Fortinet, empresa de soluções em segurança cibernética, demonstrou que o Brasil registrou 31,5 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos a empresas só no primeiro semestre de 2022. 
Já uma pesquisa da empresa AX4B apontou que 64% de organizações brasileiras não possuíam nenhum tipo de proteção cibernética, como por exemplo um antivírus. Isso evidencia o quão frágil as corporações ainda estão em relação à segurança da informação e às medidas protetivas de cibersegurança. 
Para lidar de forma inteligente contra ataques cibernéticos, as organizações precisam utilizar técnicas para reforçar o ambiente digital e deixá-lo livre das ameaças do mundo online. É fundamental a implementação de boas práticas nas empresas
Ter a consciência coletiva dessa necessidade é primordial para iniciar um processo seguro e assertivo. Um estudo do Digital Trust Insights 2022 mostrou que 83% das empresas brasileiras preveem um aumento nos gastos com cibersegurança este ano. Isso é um dado bom e uma ação que precisa fazer parte, obrigatoriamente, da rotina das organizações. 
E para dar continuidade a isso, as empresas devem adotar maneiras de deixar suas rotinas e ambientes computacionais seguros, livres de ameaças e vulnerabilidades. Abaixo, listamos 5 formas que você pode escolher para  deixar sua empresa mais segura. 
  • Consciência corporativa
Pessoas são o fator chave para uma segurança da informação efetiva. São elas que fazem a implantação e utilização dos recursos da área. Estimular uma cultura organizacional e uma consciência coletiva de toda equipe é a primeira forma que a gestão tem de proteger a empresa. Para isso, deixe todo o quadro de colaboradores cientes das políticas de segurança e invista em treinamentos e consultorias.  
Essa consciência corporativa permitirá que as técnicas de cibersegurança sejam seguidas à risca e de forma totalmente responsável, já que toda a organização entenderá os motivos, perigos e as necessidades envoltas de todas as regras. 
  • Não abra a mão do antivírus
A função do antivírus é detectar ameaças e vulnerabilidades, e eliminar vírus encontrados em downloads, arquivos e softwares maliciosos tais como worms, Trojans, adware, spyware, ransomware, browser hijackers, keyloggers, e rootkits. 
Eles deixam o usuário em alerta ao enviar notificações sobre sites maliciosos, bloqueando o acesso; também realizam varreduras rotineiras, o que melhora a qualidade dos sistemas, tornando-os, além de seguros, mais rápidos. 
  • Manter licenças de uso e o sistema da empresa atualizados
Sistemas atualizados corrigem falhas e vulnerabilidades, fechando todas as brechas existentes e impossibilitando o acesso indevido de malwares. Quando não há upgrade adequado, pode ocorrer a entrada de hackers na máquina, o que possibilitará a prática de crimes virtuais.  
  • Investir em cloud computing
Cloud computing ou armazenamento em nuvem é uma forma de hospedagem e sincronização de arquivos que proporciona agilidade, segurança, disponibilidade e economia de custo e ainda evita o vazamento de dados. 
Os arquivos são acessados somente por pessoas devidamente autorizadas, em qualquer lugar e em qualquer dispositivo com a utilização apenas de um servidor remoto. Isso permite mais facilidade e segurança em relação a desastres naturais, por exemplo, o que faria perder arquivos em caso de um servidor local. 
  • Realizar análises de vulnerabilidade
Por meio de análises de vulnerabilidades, os gestores terão maior compreensão dos ativos, das medidas de segurança e das vulnerabilidades que o cercam. Será possível visualizar o ambiente computacional de forma estratégica. A partir disso, haverá a redução da probabilidade de um atacante encontrar e explorar falhas nos sistemas organizacionais. 

Gerencie, monitore e proteja

A consciência corporativa citada acima inclui todos os setores organizacionais, da gestão à operação. E o primeiro passo deve ser de sócios e gestores. Por que digo isso? Porque é a eles a quem mais importa a segurança da própria empresa. É necessário entender que é essencial investir em segurança. 
Como apresentado nos primeiros parágrafos, o Brasil registrou 31,5 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos só no primeiro semestre de 2022. Isso deve ser mais que um incentivo para você cuidar do seu negócio. Essa missão não é impossível, principalmente se você atuar do jeito certo. 
Hoje, existem empresas que realizam todo esse trabalho de forma terceirizada. É desse jeito que a Wiser Tecnologia atua, proporcionando serviços e ferramentas para que empresas brasileiras consigam ter a segurança da informação eficiente.  Proteja o futuro do seu negócio a qualquer hora e em qualquer lugar! 

Fale com um especialista e conheça nossos serviços.
 

Por: Jony do Vale VER MAIS
WhatsApp Wiser Telegram Wiser